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O duo berlinense Tarwater é uma das atrações do Resfest 2005

notas311005b.jpg Conhecido por misturar bases eletrônicas a instrumentos convencionais, unindo pós-rock, minimalismo e música eletrônica, a dupla Tarwater (foto), formada por Bernd Jestram  e Ronal Lippok, apresenta-se no festival multimídia Resfest.

O duo, com quase 10 anos de carreira, lançou quatro álbuns bastante elogiados pela crítica. Jestram e Lippok produziram o álbum “Sound of Water”, o registro mais eletrônico feito  até hoje pela banda inglesa Saint Etienne.

O último trabalho do duo eletrônico traz uma sonoridade mais orgânica e melódica, e será lançado pela gravadora Morr Music, de nomes como Lali Puna e Múm.

O Tarwater se apresenta no domingo, 27/11, no Itaú Cultural, e a entrada é livre.

Para saber mais informações sobre o festival e suas atrações, acesse
www.resfest.com.

Digitaria, Industrya, Saara Saara e o Voz Del Fuego são os convidados do Core ao Cubo

notas311005a.jpg O programa de rádio experimental Core ao Cubo, compilado por AlienAqtor, apresenta em sua próxima edição alguns dos projetos com maior número de downloads do FiberOnline.

O Core ao Cubo da próxima semana é dedicado ao IDM, Breakcore, Hard Electro e EBM. Os convidados do programa são os projetos Digitaria (foto), Industrya, Saara Saara e o Voz Del Fuego, uma das atrações da primeira edição do Machina Festival.

Na próxima quarta-feira, 1°/11, o programa vai ao ar com novidades como entrevistas com produtores e DJs, além de mixagens e Live PAs dos convidados, tudo transmitido ao vivo.

Confira acessando o site
www.submusica.com, todas as quartas às 22:00.

Para ouvir o som dos convidados do Core ao Cubo, acesse o perfil dos artistas no FiberOnline:

Digitaria:
http://www.fiberonline.com.br/artista.php?id=820

Industrya:
http://www.fiberonline.com.br/artista.php?id=662

Saara Saara:
http://www.fiberonline.com.br/artista.php?id=471

Voz Del Fuego:
http://www.fiberonline.com.br/artista.php?id=1731 e http://www.fiberonline.com.br/artista.php?id=855.

Uma das atrações do Machina Festival, José Roberto Mahr fala ao FiberOnline

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José Roberto Mahr começou a carreira como DJ oficialmente em 1984 na extinta casa noturna Papagaio, aonde criou a noite Club New Wave, que acontecia mensalmente e contava com freqüentadores assíduos.

Atualmente, o DJ produz os canais de áudio da Rádio VARIG para vôos Internacionais, a rádio Reino Unido, do site
www.toshibaplanet.com.br, além de discotecar em vários casas noturnas e festas cariocas como Dama de Ferro, Fosfobox, Bunker e DDK. Mahr também se apresenta com certa freqüência em São Paulo, nos clubs D.Edge, Ampgalaxy e A Lôca, entre outros.

Mahr se apresenta no Machina Festival, na pista Classix. Confira abaixo a entrevista do DJ ao FiberOnline:


Como surgiu a vontade de seguir a carreira como DJ além da rádio?

Sempre fui apaixonado por música, e por gostar tanto as coisas começaram a acontecer.
O meu trabalho como DJ teve início em 1983 – eu levava alguns cassetes gravados para festas de amigos, depois passei a tocar em bares e em abril de 1984 rolou então a “primeira festa”, no extinto Papagaio (hoje Sky Lounge – Lagoa – RJ).

Você atua como DJ há mais de 20 anos e já passou pelas mais diversas rádios. Além disso, atua como produtor também. Você prefere discotecar ou produzir?

Eu prefiro discotecar, pois vejo a reação “na hora”, e gosto de fazer programa de rádio “ao vivo”, é a mesma vibe.
No estúdio a onda é outra, as coisas são diferentes.

A cena eletrônica nacional cresceu bastante nos últimos tempos. Você vê algum motivo em especial para isso?

Acho que são vários os motivos: a Internet, a mídia, que de um modo geral deu mais espaço à música eletrônica, os patrocinadores, que criaram eventos para o estilo, as novas tecnologias. Enfim, acho que é uma evolução normal, e acredito que a cena vai continuar crescendo.

Você é o responsável pelo “Novas Tendências”, um dos programas pioneiros na divulgação da música alternativa. Como surgiu a idéia de investir em algo que foge aos padrões?

Como disse antes, o que me move é gostar muito de música. Eu procuro ser sempre democrático e acredito em um diferencial – é simples, basta não seguir os padrões do que está rolando.
Às vezes, eu fico um pouco triste pois gostaria de ver mais programas nesse estilo nas rádios brasileiras, mas em breve eu volto, e acho que vou recomeçar por Porto Alegre.

Com o avanço da tecnologia e as facilidades proporcionadas por ela, muitos se interessaram em investir na carreira de DJ. Atualmente há uma discussão sobre quem realmente produz e toca música eletrônica. O quê você acha disso?

Qualquer pessoa pode comprar CDs, discos de vinil, picapes, enfim “virar DJ”. Hoje em dia é muito mais fácil, mas só o tempo e a maturidade dão a experiência e a segurança necessárias para a profissão. Se no fundo a pessoa só está ali pelo “hype”, não rola. A estrada é longa, mas qualquer um tem o direito de tentar.

Quando você começou a carreira era muito difícil adquirir discos importados, entretanto você sempre se manteve entre os DJs mais atualizados. A sua carreira como comissário de bordo tem algo a ver com isso?

Claro, eu estava sempre no lugar certo na hora certa. Realmente, trabalhar como comissário me ajudou muito, pois pesquisei bastante, mas se eu não tivesse um “feeling” nada teria acontecido. Muitos exerciam a mesma atividade que eu e não estavam interessados.
Hoje eu viajo umas quatro vezes por ano e compro muita coisa pela Internet.

Atualmente, você está com residência em alguma casa noturna?

O mundo está rodando e atualmente não quero ter uma residência fixa semanal, prefiro mensal. Eu gosto muito de tocar em outras cidades e ver de perto a cena eletrônica dos lugares, são vibrações distintas.
No Rio, eu toco na Fosfobox, na DDK e em outras festas e eventos como o Coca-Cola Vibezone, Campari Rock, Rio Cena Contemporânea.

Em São Paulo, no mês que vem, toco no Machina Festival.
Você já discotecou lá fora? Há alguma local em especial que queira se apresentar?

Na realidade nunca me interessei muito em tocar fora do Brasil. Eu centralizo todo meu trabalho por aqui, pois além de tocar em clubs, produzo os canais de áudio dos vôos internacionais da VARIG, faço assessoria de projetos especiais, como por exemplo CDs promocionais, lanço CDs em outras cidades, faço trilhas, enfim, diversifico minhas atividades.

Qual é a sua expectativa em relação ao Machina Festival?

Para mim é extremamente familiar, principalmente por se tratar de São Paulo, tenho grandes amigos que fiz através da música eletrônica, o Eneas, a turma do Harry, que conheci no final dos anos 80, o Spavieri, Renato Lopes e novos amigos, como Luca Lauri, Atum e Bispo.
Eu acho que vai ser um encontro único de diferentes gerações e certamente a “vibe” será ótima. Como diziam os rapazes da Alemanha, “music non stop”

FiberOnline sorteia convites para o Machina Festival

logo_machinafestival_100x100.jpg O Machina Festival, evento que comemora o aniversário de oito anos do FiberOnline e o lançamento do selo Fiber Records, acontece na sexta-feira, 18/11, e reúne DJs e bandas de várias épocas da cena eletrônica.

Dividido em três pistas – a Classix, com DJs e grupos consagrados como Renato Lopes e Harry; Playground, com artistas que ajudaram a formar a cena como Marcos Vicente e Rodrigo Cyber; e a Elektrik, dedicada às novas tendências da música eletrônica com nomes como Oil Filter e Atum, o Machina Festival promove uma intersecção entre passado, presente e futuro da cena. 

Caso queira concorrer a um ingresso para assistir o Machina Festival, basta cadastrar-se no FiberOnline no link
http://www.fiberonline.com.br/promocao_machina.php. Na terça-feira, 8/11, acontece o sorteio e o anuncio dos ganhadores dos três pares de VIP para o evento.

Turnê do Kraftwerk registrada em DVD

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Lançado recentemente, o DVD duplo da clássica banda Kraftwerk registra a turnê 2004-2005 dos alemães, que estiveram no Brasil ano passado em apresentação no Tim Festival.

Minimum Maximum é o título do DVD, que também pode ser adquirido em formato para laptop – com DVD e CD duplos e um livro incluindo mais de 80 fotos da turnê, sendo algumas inéditas, além de cenários e ficha técnica.



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