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Arquivo para novembro/2005

Mínima volta como noite mensal no Tostex

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Primeira noite dedicada ao minimal techno e ao microhouse no Brasil, a festa Mínima reestréia nesta quinta-feira, 1°/12, no bar e club Tostex, onde e passa a acontecer mensalmente.

O projeto, idealizado pelas DJs Eli Iwasa (foto) e Cláudia Assef, foi criado em agosto de 2004 com o intuito de mostrar o que há de mais novo na cena eletrônica, trazendo para o Brasil as novidades que agitam as pistas mundo a fora.

A festa Mínima nasceu dedicada às vertentes minimalistas do house e do Tecno, e trouxe para o país o som que vem renovando a cena com DJs como Richie Hawtin, Ricardo Villalobos e Luciano.

Apesar de ter começado como um projeto fixo no club Executivo, a Mínima com o tempo tornou-se uma noite itinerante, com edições no Sala Especial e em clubes como Lov.e e Kraft, em Campinas.

O projeto de Eli e Cláudia conta sempre com DJs convidados – George ACTV, Ana Flávia e Pareto foram apenas alguns dos nomes que já comandaram a pista ao lado das duas. Para a reestréia do projeto, Renato Lopes é quem divide os picapes com as criadoras da festa.

Serviço:
Quando: Quinta-feira, 01/12
Quanto: Com flyer ou nome na lista – R$ 10
             Sem flyer e sem nome na lista – R$ 15
Onde: Tostex – Rua Haddock Lobo, 949 – Jardins
Telefone: 3898-1265

Patrick Lindsey se apresenta exclusivamente no Manga Rosa

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O DJ e produtor de de techno e tech house Patrick Lindsey (foto), aclamado pelo projeto Voodooamt, vem ao Brasil para uma apresentação exclusiva – o alemão toca no sábado, 10/12 no club noturno paulistano Manga Rosa.

Desde os anos 90, Lindsey trabalha em parceria com a DJ Mônica Kruse. A dupla lançou o álbum “Monika Kruse @ Voodooamt”, uma série de 12 EPs e os LPs “Panorama” e “Passengers”, todos sucesso absoluto de crítica e público.

Além do trabalho com Krause, o DJ e produtor assina o projeto Bad Pimps com o amigo belga Stanny Franssen.

A carreira de Lindsey deslanchou quando seu talento como remixer foi reconhecido por grandes nomes da cena como Paul Johnson, Rush e Hadfloor, entre outros. O alemão gerenciou também dois selos, School Records e Trackland, e tem seu trabalho distribuído hoje em dia pela Intergroove.

Atualmente, Lindsey trabalha em um novo live set, e em breve sai em turnê mundial para mostrar a combinação dos seus projetos Voodooamt, de tech house, e Bad Pimps, de techno.


Serviço:
Onde:
Manga Rosa – Praça Soneto, 1754 (Rua Guararapes esquina com a Luis Carlos Berrini) – Brooklin
Ingressos: De quarta à sábado no Manga Rosa – de R$ 20 a R$ 80.
Tel.: 5507-3938

Mutek traz minimal para pista do Lov.e

notab281105.jpg O Lov.e comportou nesta última sexta-feira a versão micro do festival canadense Mutek, evento de música eletrônica e novas tecnologias que se tornou mundialmente respeitado pelo conteúdo de suas palestras, workshops e live acts.

A abertura da noite ficou por conta de Eli Iwasa, DJ/promoter e anfitriã da Technova, uma das figuras-chave no desenvolvimento da cena de minimal no Brasil. A DJ passou o som para o canadense Pheek, que foi transformando gradativamente o set numa transmissão de loops compactos e efetivos mixados a uma evolução de timbres suntuosos e sintéticos, quase alienígenas.

Logo em seguida a dupla Ada e Metope situou o público dentro de um live mais colorido, marcado no início pelo electro, juntando vocais e referências ao som original do início dos 80 com o impacto e compressão das produções atuais, sendo substituído aos poucos por uma sonoridade mais techno e pesada.

Lá pelas 4h30 teve início o tão aguardado live act de Akufen, trazendo como marca registrada o groove de ruídos, clicks, plicks e plocks, hora secos, ora apresentados em curtas rolagens, deixando o público envolvido por mais de uma hora e meia.

Ao final da apresentação os cracks e as intervenções experimentais foram dando passagem ao house mais convencional como “Deep Inside” do Hardrive e uma ótima versão de “Talkin All That Jazz” do Stetsasonic, pelas mãos de Dimitri From Paris.

Paul van Dyk volta ao Brasil para show no Skol Stage Trance Edition

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Eleito o melhor DJ e produtor de música eletrônica do mundo pela revista DJ Mag, Paul van Dyk (foto) volta ao Brasil em dezembro para uma apresentação no Skol Stage Trance Edition. O evento acontece na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, na sexta-feira, 2/12.

Com um line-up que conta com representantes das mais diversas vertentes do trance, o festival reúne em uma noite nomes como Marian Flow & Zeo, Roger Lyra, Marcelo BPM e Matera, entre outros.

Além de Paul van Dyk, o Skol Stage Trance Edition traz ao Brasil uma outra atração internacional, o americano Edgar V. O DJ, uma das revelações de 2005, é quem aquece a pista para o alemão, que toca seu long set entre 3 e 6 horas da manhã.  Paul van Dyk divulga pela segunda vez no país a turnê de seu último álbum mixado, o “Politics of Dancing 2”.

http://www.skolstagerio.com.br/

Sexta, 2/12, a partir das 23h, na Cidade do Rock

DJs: Paul Van Dik, Marian Flow & Zeo,  Roger Lyra, Edgar V, Marcelo BPM, 220 V Live, Exaile Live, Matera

Informações: (21) 2238-4627

PREÇOS
até 22/11: R$40
até 29/11: R$50
VIP Stage
até 26/11: R$100
Após 26/11: R$150

Pontos de Venda:
Chilli Beans Rio Sul, Shopping Gávea, Ipanema 2000, Barra Shopping.
Trip Xic
Inn Hype
Posto BR Piraquê
Mutatis M

Tarwater transforma Itaú Cultural em laboratório sonoro intimista

notas281105.jpg A dupla berlinense Tarwater encerrou o Resfest 2005 com show de aproximadamente uma hora e meia de duração para uma sala completamente lotada no Itaú Cultural.

Em quatro módulos a dupla apresentou o seu pós-rock apoiado por camadas de efeitos, blips e clicks, uma técnica apurada em trabalhos anteriores do Roccoco Rot (projeto do vocalista  Ronal Lippok) e colocada em prática na produção de Sound of Water (2000) do trio Saint Etienne.

A dinâmica do baixo elétrico de Bernd Jestram juntou-se às freqüências graves e  pré–gravadas, encorpando o som que se manteve com baixos BPM vindos de batidas levemente quebradas.

A entonação monocórdia do vocal de Lippok ressoava como Lou Reed, intercalado  por momentos instrumentais que pairavam sobre paisagens melancólicas, pastorais e algumas vezes étnicas, mostrando o grau de sofisticação e bom gosto na escolha de timbres e na inserção de ruídos, barulhinhos e clicks como o som de riscos e chiados de vinil, transformando a sala numa espécie de laboratório sonoro intimista.

http://www.tarwater.de
http://www.resfest.com.br



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