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Arquivo para maio/2006

Adult é a primeira atração confirmada para o Festival Motomix 2006

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O nome Adult já é mundialmente conhecido entre os fãs do techno e do electro pela sua peculiar mistura de punk e eletrônica, com um forte sotaque low tech. Formado pelo casal Nicola Kuperus e Adam Lee Miller, o duo de Detroit é a primeira atração confirmada para o Motomix.

Eles se apresentarão no Espaço das Américas, no dia 16 de setembro, em São Paulo.

O show do Adult faz parte da turnê de divulgação do álbum “Gimmie Trouble”, lançado em outubro de 2005.

http://www.adultperiod.com/

Está no ar a nova programação da Rádio Fiber

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Cobrindo os diversos estilos existentes na música eletrônica, a nova programação da Rádio Fiber destaca alguma das produções nacionais que estão hospedadas no portal.

Das BPM aceleradas do drum´n´bass ao clima mais ameno do lounge, a programação conta também com as novas vertentes como o minimal (Duduart, Quizzik), grime (Doppelganger) e o experimentalismo do pós-rock(Bennito das Lava).


Algumas das produções abrem mão do purismo e partem para novos caminhos e subgêneros como o DJ Barbati, que agrega elementos do electro em sua produção de house. Os timbres do progressive no trance do In Dreams e o minimalismo com bases de breakbeat do Maze One são alguns bons exemplos disso.


Das sonoridades mais alternativas aos crossovers que promovem uma viagem ousada entre o experimental e o comercial, você poderá curtir aqui na Rádio Fiber toda a diversidade deste amplo universo que é a música eletrônica.


Clique em “Radio Fiber” no menu superior e curta a nova programação.

Prazo de inscrições para o Red Bull Music Academy se encerra neste sábado

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Está chegando ao final o prazo de inscrição para o Red Bull Music Academy, que vai somente até o dia 3 de junho, sábado agora. Este ano o evento acontece em Melbourne, na Austrália, em duas etapas. A primeira, que vai de  24 de setembro a 6 de outubro, e uma segunda que tem início no dia 15 de outubro e se encerra no dia 27 de outubro.


O conceituado Red Music Academy reúne DJs e produtores do mundo inteiro e promove workshops voltados para o desenvolvimento técnico e também para os assuntos relativos ao mercado, novas tecnologias e tendências musicais. Nele, os participantes tem a oportunidade de conversar com profissionais sobre diversos assuntos, tirar dúvidas, pegar dicas importantes e usufruir da estrutura do evento, que conta com um estúdio próprio onde acontecem as famosas “jams” com os profissionais que orientam as atividades.


As edições anteriores contaram com nomes como Marky, Maurício Bussab (Bojo),Adam Freeland (Marine Parade), Atom Heart (LB, Señor Coconut), Carl Craig, Robert Moog (inventor do sintetizador que revolucionou a música eletrônica nos anos 70) e muitos outros, sempre buscando reunir os protagonistas de diferentes estilos dentro do amplo cenário da música eletrônica.


Serão 30 candidatos de 28 países e para se inscrever, basta acessar http://www.redbullmusicacademy.com e preencher o formulário.

Confira a galeria de fotos do Machina Redux

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style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana">O Machina Redux, que
aconteceu no domingo 28/5 no Coppola Music, reuniu no mesmo palco as bandas
Multiplex (SP), Montage (CE) e Harry (SP), e os DJs Luis Depeche, Bispo e Eneas
Neto, fazendo uma ponte entre o passado e o futuro do rock eletrônico. Veja as
fotos:


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Veja a cobertura do Machina Redux

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Neste último domingo, dia 28/05, a platéia presente no Coppola Music  testemunhou a potência da fusão da música eletrônica com o rock através de duas gerações da música alternativa brasileira

Cada um com o seu próprio estilo, Multiplex, Montage e Harry provaram que a eletrônica pode acrescentar ainda mais peso e dinâmica ao rock, e que o inverso desta fórmula atribui atitude e personalidade à música eletrônica.


O Machina Redux começou às sete horas e podia se perceber um movimento de pessoas chegando. Enquanto isso, dentro do Coppola, dava-se início a uma viagem no tempo por diferentes momentos da música eletrônica dos anos 80 mixadas aos hits alternativos de diferentes décadas. The Normal, New Order, Depeche Mode, Timelords, Northern Lite e Hot Chip foram algumas das bandas tocadas.
 
A primeira banda a se apresentar foi o trio paulistano Multiplex, que  contou com a participação especial da saxofonista Ana Elisa e de Denis Dead na bateria.


O Multiplex mostrou o que tem de melhor: senso de humor, estilo e uma maneira muito pessoal de misturar rock, electro e pop nacional. No palco do Coppola, estas características foram potencializadas com a ótima qualidade de som e clima amistoso do evento, que teve um público formado principalmete por amigos, jornalistas e acima de tudo, fãs da música alternativa.


“Zumbido” e “Particularidaes” foram uma das músicas que fizeram a platéia dançar, e a banda aproveitou para testar algumas de suas novas músicas, como “Controle Remoto” e “Música Alta”. Eles encerraram o show com o hit “Moderno”, que revela uma das letras mais sarcásticas e inteligentes da nova safra do pop brasileiro.


Em seguida, o DJ Bispo promoveu uma trilha sonora futurista e dançante, misturando sonoridades do electro e minimal. Foi nesse clima que os rapazes do  Montage subiram ao palco e abriram com “I Trust My (Dealer)”, seguida por “Love Without Pants”, faixa que abre a coletânea “Body Rapture” e que ganhou ainda mais peso ao vivo.


O show do trio cearaense não teve altos e baixos, foi uma verdadeira sucessão de picos. Os últimos momentos da apresentação do Montage foram marcados por participações muito especiais, como as de Bruno Pallazo, baixista do Multiplex, e Cláudia Wonder, que se juntou à Daniel Peixoto nos vocais para o encerramento com “ Ode to My Pills”.

Cláudia Wonder aproveitou o ensejo para apresentar duas músicas novas e destilou irreverência nas letras, cantadas sobre bases eletrônicas altamente dançantes, soltadas por Eneas Neto.


Em seguida, Eneas tocou alguns clássicos da música eletrônica alternativa em versões remixadas e atualizadas, que precederam um dos momentos mais aguardados do festival.


Era pouco mais de onze horas quando o tecladista Johnsson entrou no palco e introduziu o show do Harry com sinuosos pads de synth. Assim como no Machina Festival, a banda contou com a participação do guitarrista Marreco e do baixista Lee Luthier. Ambos contribuiram  com uma sonoridade visceral e orgânica que se uniu aos sintéticos sons emitidos pelo aparato eletrônico de Johnsson e Verta, resultando numa verdadeira massa sonora.


Dois dos momentos mais “cult” da música eletrônica brasileira dos anos 80, “Genebra” e “Lycanthropia”, foram apresentadas por Verta e amplificadas pela banda com  um peso extra, e o melhor, com os timbres eletrônicos originais reproduzidos ao vivo com perfeição.
 
No final do show, eles mostraram a sua veia punk com o mesmo vigor de uma banda adolescente de garagem, o que provou, mais uma vez, que o grupo está em plena forma.



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