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Arquivo para setembro/2007

Stephan Bodzin fala sobre produção e arrisca um palpite sobre a próxima tendência nas pistas

bodzin.jpg

O clube D-Edge recebe hoje a noite um dos mais famosos e
conceituados produtores de techno do mundo, o alemão Stephan Bodzin.O
DJ/produtor, que no começo do ano assinou o comentado remix para “Everything
Counts” do Depeche Mode (junto com o amigo Oliver Huntemann),  contou
ao FiberOnline um pouco sobre seu processo de criação e produção, 
o que acha que vai mudar nas pistas de dança nos próximos anos e Também dá
uma dica do que poderemos esperar do seu set em SP.


Confiram abaixo o bate papo e aguardem a galeria de
fotos.


Quando começou a sua paixão pela música
eletrônica?

Eu comecei a tocar com synths mais cults com 6 anos de idade,
meu pai tinha muitos deles em casa. Eu tenho escutado Kraftwerk e Tangerine
Dream desde aquela época.


E como  começou a produzir música
eletrônica?


Eu tinha 18 anos e comecei a montar meu primeiro estúdio. Na
verdade, logo depois que eu comprei meu primeiro computador Atari, eu comecei a
colecionar mais e mais máquinas como todas aquelas baterias eletrônicas da
Roland e coisas do gênero. Por aproximadamente 6 anos e estive trabalhando em
trilhas para peças experimentais de teatro, que, de tempos em tempos,  têm
me  inspirado ao desenvolver o meu sound design.


Recentemente foi lançado o album “Liebe Ist”.
Poderia contar para nós alguns detalhes sobre a produção deste
álbum?


A produção do album levou cerca de 6 semanas. Eu criei todas as
faixas no meu estúdio em Bremen. É um lugar onde existem muitos músicos e bandas
trabalhando. Eu produzi com um Apple G5, com todos os Arturia soft-synths,
produtos da linha Rob Papen e também alguns plug-ins que criei e wave plug-ins
para masterização. O que eu fiz foi cozinhar com água!(rs).

Qual o  segredo para se produzir  “uma
grande 
faixa” para as
pistas ?


Não tem segredo. É uma mistura de paixão, trabalho e
criatividade. As boas idéias contam mais do que uma batelada de equipamentos,
para se criar uma boa faixa. Na verdade, eu não acho que exista uma track
perfeita. Existem tracks que precisam ser tocadas. É isso!


Quais produtores você tem ouvindo
ultimamente?


Eu realmente amo as últimas produçõess de Josh Wink e o
Radioslave.


Electrohouse e minimal são estilos que vêm dominando as
pistas de dança mundiais. Qual é o estilo que você aposta como “bola da
vez”?


Para mim, é tudo techno, e os nomes que têm sido atribuídos à
ele são mais uma questão de marketing ou uma tentativa de descrever música com
palavras. Claro que os estilos estão mudando. Senão seria chato. Se você quer um
palpite, eu acho que o acid está voltando!!! (eu espero!rs).

Você acha que o lado melódico e emocional no techno fará
a próxima diferença, como em sua track “Turbine”?


Quando eu produzo, eu sinto algo forte e tento transmitir isso.
As melodias também vêm como se fosse um feitiço. Mas eu também amo tocar algumas
tracks sem melodia, há espaços nos meus sets para isso também.


A maioria dos produtores acabam “descascando” as faixas
originais até elas se tornarem irreconhecíveis, quando se trata de produzir
um remix. Você e Oliver(Huntemann) fizeram um grande remix utilizando
algumas tracks de “EverythingCounts” do Depeche Mode e também trabalhando com
novos timbres metálicos. Foram eles que te escolheram para esse remix? Como foi
remixar uma faixa clássica do DM?


Na verdade, foi o agente do DM que pediu para fazermos o remix
de “Everything Counts”. Como recebi as partes da música e as ouvi, foi um
processo muito emocional para mim. Eu tentei dar o meu melhor e fazer um remix
respeitoso que tivesse um grande impacto nas pistas de techno. O
presidente do fã-clube do DM escreveu para nós dizendo que foi o melhor remix do
DM que ele já havia escutado. Nós ficamos muito felizes ao ouvir isso! E quando
nós o tocamos, as pessoas sempre vão a loucura.


Você tem escutado alguns trabalhos de produtores
brasileiros ultimamente? Tem algum produtor que chamou sua
atenção?


Claro, meu amigo Gui Boratto! Um dos produtores “top” nos dias
de hoje.


Você poderia nos dizer em primeira mão como serão seus
sets aqui no Brasil? Quais faixas você acha que vai tocar, com
certeza?

Tudo vai depender das pessoas, do clube, da atmosfera e do que
eu sentir que eu terei que tocar naquele lugar em particular. Mas eu tocarei com
certeza algumas faixas minhas e mais umas que acabaram de sair. E “Everything
Counts”. Também tenho um monte de coisas que ainda não foram lançadas de gente
como Radioslave, Ink & Needl, Florian Meindl e Marc Romboy, entre tantos
outros, que eu quero tocar. Estejam prontos! 




Stephan Bodzin fala sobre produção e arrisca um palpite sobre a próxima bola da vez nas pistas

bodzin.jpg O clube D-Edge recebe hoje a noite um dos mais famosos e conceituados produtores de minimal, techno e electro do mundo, o alemão Stephan Bodzin.
O DJ/produtor, que no começo do ano assinou o comentado remix para “Everything Counts” do Depeche Mode (junto com seu amigo Oliver Huntemann), nos concedeu essa entrevista onde fala um pouco sobre seu processo de criação e produção, do que acha que vai mudar nas pistas de dança nos próximos anos e já dá uma dica do que poderemos esperar do seu set em SP.
Confiram abaixo o bate papo e aguardem a galeria de fotos.

Quando começou a sua paixão pela música eletrônica?

Eu comecei a tocar com synths mais cults com 6 anos de idade, meu pai tinha muitos deles em casa. Eu tenho escutado Kraftwerk e Tangerine Dream desde aquela época.

E como você começou a produzir música eletrônica?

Eu tinha 18 anos e comecei a montar meu primeiro estúdio. Na verdade, logo depois que eu comprei meu primeiro computador Atari, eu comecei a colecionar mais e mais máquinas como todas aquelas baterias eletrônicas da Roland e coisas do gênero. Por aproximadamente 6 anos e estive trabalhando em trilhas para peças experimentais de teatro, que, de tempos em tempos, têm me inspirado ao desenvolver o meu sound design.

Você recentemente lançou o album “Liebe Ist”. Poderia contar para nós alguns detalhes sobre a produção deste álbum?

A produção do album levou cerca de 6 semanas. Eu criei todas as faixas no meu estúdio em Bremen. É um lugar onde existem muitos músicos e bandas trabalhando. Eu produzi com um Apple G5, com todos os Arturia soft-synths, produtos da linha Rob Papen e também alguns plug-ins que criei e wave plug-ins para masterização. O que eu fiz foi cozinhar com água!(rs). Para criar uma boa faixa.As boas idéias contam mais do que uma batelada de equipamentos, para criar uma boa faixa.

Vc é um dos favoritos artistas e produtores de minimal, techno e electro. Vc se tornou um nome forte no que diz respeito as melhores compilações eletrônicas para pista de dança. Tem algum segredo para se produzir “a melhor faixa”?

Não tem segredo. É uma mistura de paixão, trabalho e criatividade. As boas idéias contam mais do que uma batelada de equipamentos, para se criar uma boa faixa. Na verdade, eu não acho que exista uma track perfeita. Existem tracks que precisam ser tocadas. É isso!

Quais produtores você tem ouvindo ultimamente?

Eu realmente amo as últimas produçõess de Josh Wink e o Radioslave.

Electrohouse and minimal are styles that have been rulling the modern dancefloors. Do you think electronic music will assume another style for the next couple of years?
Electrohouse e minimal são estilos que vêm dominando as pistas de dança mundiais. Vc acha que a música eletrônica irá assumir outros estilos nos próximos anos?

- For me, it..s all techno and the names that are given to it are more about marketing or an attempt to describe music with words. Sure the styles are changing, there is some movement in it. Otherwise it would be boring. If you want a guess, I think that acid is coming back!!! (hopefully J)
Para mim, é tudo techno, e os nomes que têm sido atribuídos à eles são mais uma questão de marketing ou uma tentativa de descrever música com palavras. Claro que os estilos estão mudando. Senão seria chato. Se você quer um palpate, eu acho que o acid está voltando!!!(eu espero!rs).

Você acha que o lado melódico e emocional no techno fará a próxima diferença, como em sua track “Turbine”?

- When I produce, I feel something strong and it gets through. The melodies also come out of me like a spell. But I also love to play some tracks without melodies, there is space in my sets for them too.
Quando eu produzo, eu sinto algo forte e tento transmitir isso. As melodias também vêm como se fosse um feitiço. Mas eu também amo tocar algumas tracks sem melodia, há espaços nos meus sets para isso também.

A maioria dos produtores acabam “descascando” as faixas originais até elas se tornarem irreconhecíveis, quando se trata de remix. Vc e Oliver(Huntemann) fizeram um grande remix utilizando algumas tracks da de “EverythingCcounts” do Depeche Mode e também trabalhando com novos timbres metálicos. Foram eles que te escolheram para esse remix? Como foi remixar uma faixa clássica do DM?

Na verdade, foi o agente do DM que pediu para fazermos o remix de “Everything Counts”. Como recebi as partes da música e as ouvi, foi um processo muito emocional para mim. Eu tentei dar o meu melhor e fazer um remix respeitoso que bombasse nas pistas de techno. O presidente do fã-clube do DM escreveu para nós dizendo que foi o melhor remix do DM que ele já havia escutado. Nós ficamos muito felizes ao ouvir isso! E quando nós o tocamos, as pessoas sempre vão a loucura.

Você tem escutado alguns trabalhos de produtores brasileiros ultimamente? Tem algum produtor que chamou sua atenção?

Claro, meu amigo Gui Boratto! Um dos produtores “top” nos dias de hoje.

Você poderia nos dizer em primeira mão como serão seus sets aqui no Brasil? Quais faixas você acha que vai tocar, com certeza?

Tudo vai depender das pessoas, do clube, da atmosfera e do que eu sentir que eu terei que tocar naquele lugar em particular. Mas eu tocarei com certeza algumas faixas minhas e mais umas que acabaram de sair. E “Everything Counts”. Também tenho um monte de coisas que ainda não foram lançadas de gente como Radioslave, Ink & Needl, Florian Meindl e Marc Romboy, entre tantos outros, que eu quero tocar. Estejam prontos!

Expomusic começa hoje e abriga workshops de música eletrônica

expomusic.jpg Começa hoje a 24ª. Expomusic, a maior feira de música da América Latina. O evento acontece até o próximo domingo, dia 30 de setembro, nos Pavilhões Azul e Branco da Expo Center Norte.

Lá estarão reunidos fabricantes, importadores e distruibuidores, entre centenas de instrumentos musicais, acessórios e softwares, entre outros inúmeros equipamentos.
 
São 170 expositores para o deleite dos aficcionados por música, com os últimos lançamentos das marcas mais usadas e consagradas por artistas nacionais e internacionais.

Além dos expositores, haverá workshops com artistas de diversos estilos musicais. Entre eles, o Instituto de Música Eletrônica Dub Music será o responsável pelos workshops que acontecerão no stand da Pioner Pro DJ e terá as presenças dos DJs Junior C., Alexandre Savino, Rodrigo Campos, Renato Patriarca, T-ago e Daniel Landolpho. O evento também comporta o Music Hall, que é um espaço destinado a apresentações de pocket shows e o Expomusic Fest, que já está em sua 5ª. edição.

A expectativa de público para essa edição da Expomusic, de acordo com Abdala Jamil Abdala, o presidente da Francal (organizadora do evento), é de 60 mil pessoas, entre profissionais e público.


Segue abaixo mais informações sobre a feira.

24ª EXPOMUSIC – Feira Internacional da Música, Instrumentos Musicais, Áudio, Iluminação e Afins
 


Quando: de 26 a 30 de setembro de 2007
Horário: das 13 às 21h
Onde: Expo Center Norte – Pavilhões Azul e Branco
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo – SP – Brasil Ingressos: R$10,00 (credencial personalizada e gratuita para músicos com a carteira da Ordem dos Músicos)
Informações: (11) 6226-3100

 

Andróides, bolas de gude e as novas bases do álbum do Eletrowica

ew.jpg Formado por Aaron Fly e Dakini, a dupla mais mística do rock eletrônico brasileiro, o Eletrowica ainda colhe os frutos de “Sem Controle”, álbum que marcou a estréia da banda no mercado há quase dois anos. Aaron contou ao Fiber “em que pé anda” a produção do novo disco e adianta algumas novidades sobre o novo trabalho    

 


 


 


1-Depois de quase dois anos depois do lançamento do primeiro álbum, o que tem rolado de legal na trajetória do Eletrowica?



O primeiro álbum não foi pensado, explodiu… foi como o vulcão da música acordando sem controle em nossas almas. Depois da explosão deste vulcão sem controle, que foi um impulso artístico, vieram os resultados que nos levaram a perceber que há público e espaço para a nossa produção em todos os cantos do mundo – recebemos excelente feedback tanto do público, de todas as línguas, quanto dos produtores,  DJs, promotores de festas, da mídia… de Tapejara (RS) a Portugal, foram surgindo parceiros, simpatizantes e apoiadores do projeto EW.

De lá pra cá, estamos fazendo muita música nova, e cada uma que nasce vem com mais pegada e força, tanto no som quanto nas letras, e “Andróides” e Input-Output”, faixas disponíveis no Fiber, são um exemplo do que vem na nova safra. Temos quase 30 bases novas prontas e estamos trabalhando nos vocais, guitarras, baixos …

2-Voltando um pouco no tempo, como foi o esquema de lançamento de “Sem Controle”?


Não consideramos “Sem Controle” nosso primeiro disco, e sim, nossa certidão de nascimento, nossa aliança de casamento Eletrowica. Não tratamos este álbum convencionalmente como um produto comercial, mas como um objeto de fetiche, de gozo, de manifestação profana.

“Sem Controle” não teve um lançamento tradicional. Prensamos em uma mídia alternativa, que na época era a mais barata, distribuímos por R$ 5,00 pelo nosso site e shows e fizemos também parcerias com camelôs e bancas de jornais… Outra parte da divulgação aconteceu no boca-a-boca, ou melhor, no mouse-a-mouse, pela internet. Disponibilizamos o download gratuito das faixas no Fiber, fomos nos espalhando pela web, ipods, pistas…

3-Como funciona a criação das faixas em dupla?


Cada criação é uma criatura diferente. Atualmente, estamos em uma fase onde produzimos as batidas na groovebox e depois gravamos as vozes, guitarras, baixos e teclados… e por ser tratar de uma “banda de dois”, jogamos em todas as posições e estamos sempre buscando uma exceção para a regra, experimentado a mistura de novas texturas sonoras. Quando tudo parece já estar pronto, reinventamos um jeito novo de “ser o som”…

4-O que vocês acham que mudou no som do Eletrowica de 3 anos pra cá?


O projeto amadureceu, letra, sonoridade, conceito – e ganhou peso. As batidas ficaram mais quebradas e o baixo mais nervoso… e as letras estão cada vez mais próximas da sonoridade poética de nossos pensamentos, transitando entre o onírico e o real.

5-Se vocês pudessem montar um estúdio, que equipamentos vocês não abririam mão?


Câmeras de segurança, alarmes e um frigobar (risos)… falando sério? Não abririamos mão de nada, temos um fetiche por colecionar qualquer “traquitana” que emita ruídos, “plugged” ou “unplugged” – de brinquedos de crianças a brinquedos de adultos… na nossa última jam, a bola da vez foi, literalmente, um saco de bolinhas de gude… nosso estúdio ideal é antes de tudo um parque de diversões, quanto mais botões, luzes e trecos, melhor!

6-Vocês têm gostos musicais iguais?


Nossos paladares musicais são simbióticos. Em nosso playlist há zonas de total intersecção e zonas de polaridades opostas, que se atraem.

7-O que vocês têm escutado ultimamente?


Temos escutado- e muito, “LSE: Labaredas Salamandras Entranhas”, código do disco em que estamos trabalhando… e também alguns grupos sinistros como Jesus on Extasy, Garden of Delight, Teenage Bad Girl…

8-Recentemente o Eletrowica disponibilizou faixas novas e inclusive ao vivo aqui no FiberOnline. Já estão com material pra lançar um novo álbum?


Sim… e muito material! As bases estão prontas e faltam alguns ajustes nas letras e vocais, na mixagem… fora isso tem toda a produção do projeto ao redor do som, que neste próximo disco vem com força total. O novo álbum trará muitas novidades também neste sentido…

9-E as apresentações ao vivo, como estão rolando?


Do lançamento de “Sem Controle” até hoje, as apresentações do EW seguiram bombando com pressão nas principais pistas alternativas e indicaram um caminho muito bom para este próximo trabalho, que está crescendo em uma direção – que é parte da supresa que vem por aí.

10-Daria pra adiantar algumas novidades sobre o projeto?


A carta deste trabalho é 21: O Mundo – Representando o momento de evolução da consciência e expansão, depois que a semente EW aterrou numa nova safra!

Circuito completou seis anos com set de David Carretta

carretta.jpg
style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sexta passada, na Clash, a festa de
techno mais famosa do Brasil comemorou 6 anos de vida em grande
estilo.

style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"
size=1> 
style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Circuito montou um line up de
primeira para festejar a data. À uma da manhã a fila já se espalhava para ambos
os lados e o povo estava ansioso para entrar na casa e já se ajeitar na frente
da cabine para captar os melhores closes do bigodudo
francês.

style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"
size=1> 

face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Tahoma"> size=1>O escolhido para abrir a noite foi Denis Hadler. Fã de nomes como
Vitalic, Umek, Marco Carola e Freq Nasty, entre outros, o DJ paulistano
encontrou uma pista ainda meio tímida.
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-family: Tahoma">

style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"
size=1> 
style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Logo em seguida entrou Murphy. A
partir daí o ambiente foi contaminado por uma sensação de euforia e o povo veio
abaixo com seus scratchs e suas viradas mirabolantes, misturando techno com
hip-hop. Incrível o que ele faz com as picapes. Ousadia e muito talento são
algumas das características principais que saltavam às vistas dos presentes na
apresentação de Murphy.

style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"
size=1> 
style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">David Carretta entrou na cabine e
os flashes começaram a ser disparados ininterruptamente. Ele ajeitou seu
notebook (e dá-lhe Serato na discotecagem dos gringos nesta semana em SP) e
ficou atrás de Murphy, esperando o DJ encerrar sua performance.

style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"
size=1> 
style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O “gigolô DJ”, autor do álbum “Le
Catalogue Electronique” (um dos marcos do electro do final dos 90), entrou as 3
da manhã e fez um set de electroclash muito bem elaborado, diria que foi muito
chique por sinal. Carretta cantou, agitou a galera com alguns hits como “Vicious
Game” e terminou após 1 hora e meia de pura loucura. Ao final do set, foi
ovacionado com unanimidade.

style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"
size=1> 
style="FONT-FAMILY: Tahoma"> face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=1>O povo queria mais, mas ele
deu passagem para que o restante dos DJs continuassem a grande comemoração. Mau
Mau e Andy dominaram as picapes como era de se esperar, a maioria não arredou o
pé  dali até altas horas da manhã de sábado.









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