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Top downloads da semana

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Parece que o calor incessante fez o povo escolher o som lounge e etéreo do Lovespirals. “Dejame” já é um hit aqui do site. Também temos diversas estreéias como Zwitterion, R3PVBLIKA_2010 remixando Depeche Mode, dz6 com a faixa “Minha Stripper” , com a participação do DJ Kbeça e , fechando a lista, Pró Punk  e Paulo Sacramento aparecendo aqui pela primeira vez.

Top downloads de 30 de janeiro a 4 de fevereiro

Lovespirals-Dejame

zwitterion-Last Map

R3PVBLIKA_2010-DEPECHE MODE – peace (R3PVBLIKA R3MIX)

dz6-DZ6 e DJ KBEÇA – MINHA STRIPPER

PrÓ PuNnk-Mister Killer (remix 9)

Unfactory-Not Anymore

TECHNOLOGIC 5-So Good

Paulo Sacramento-O Espírito na Concha

Necrochip-Search For Nothing

deadjump-mothers ready to die

 

Top downloads da semana

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Ex-podutor de psytrance e atualmente investindo no electro e house, o Now Machines finalmente ocupa o primeiro posto da nossa parada semanal.  Há tempos não aparecia um artista envolvido com estes estilos para levar a medalha de ouro que, frequentemente, tem sido alcançada pelo pessoal da EBM, darkwave e indietronica . Em seguida, Transgressão, que está se tornando presença constante no top downloads e a darkwave do The Downward Path. Ouça, baixe e confira nossa estação musical.

Top downloads de 22 a 28 de janeiro

Now Machines-Lazy(Fatboy Slim Ft. Now Machines)

Transgressão-DOWN SCREAMS

The Downward Path-Black Tears

TECHNOLOGIC 5-Let The Beat Kick

Proyecto Sliderboot 2.0-Mesmerize

Lighthouse 09-Nightmare

DJ HARD LANG-Casino Break (Hardcore Remix)

eLen Nas-Olhos Coloridos

Fragmented-Bass Face (Inverno mix)

Plastique Noir-Genebra [Harry Tribute]

Saiu a lista para a votação dos melhores do 2° “Best Brazil” pela DJ Mag

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A revista DJ Mag passou a veicular desde o ano passado o “Best Brazil”, premiação organizada por membros da redação da DJ Mag brasileira e seus colaboradores. São 16 categorias, incluindo  as obrigatórias  melhor DJ, VJ, produtor e live, sem deixar de lado as revelações, e abrindo espaço para outras muito bem-vindas, como melhor programa online de rádio e vídeo e melhor blog.

As listas de 2010, baseadas em nomes que se destacaram no cenário da música eletrônica das pistas no ano passado, contam com veteranos como Magal, Mau Mau, Marky, Julião e Anderson Noise, algumas unanimidades maximalistas - Database, Zegon/N.A.S.A, The Twelves – e também algumas surpresas agradáveis, caso do DJ Atum, Hero Zero, Alex Strunz e seu projeto de techno industrial  Vector Commander, o electro do  Superpose, o minimal experimental do Oblivion e a house classuda do Glocal.

A votação, que no ano passado alcançou a marca dos 43 mil votos únicos, acontece durante os meses de janeiro e fevereiro. Clique aqui para saber quem está concorrendo e votar nos seus prediletos.

Top downloads da semana

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O top downloads desta semana caótica e pré-feriado, ganha caráter experimental através de nossos primeiros colocados. O Dead Wannabes, do produtor Jenner (foto), chega ao primeiro lugar com a bela “Dried Sunflower”, seguido das estreias dos também experimentais Orbe, e Antônio e os Alves. A darkwave do Black Dog também marca presença nos dez mais ao lado do EBM do Deadjump, o pós punk do Transgressão, e a indietronica do Club Silêncio. Confira.

Top downloads de 16 a 21 de janeiro

Dead Wannabes-Dried Sunflower

Orbe- Flipper

Antônio e os Alves-Obrigado, Steve Jobs!

Deadjump – Raped Soul

Black Dog-Melancolique

Oil Drink- I Love Banana

Transgressão-Sickman

Club Silêncio- Zidane e Mais Dez

Array-Sweet Love

DJ Magone Digital- After The Sun

Entrevista com o DJ e produtor paulistano Julio Torres

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A frase  ”o melhor dos dois mundos” se aplica muito bem na carreira do DJ e produtor Julio Torres, que começou a discotecar profissionalmente em 1993 e, no início dos 00´s, passou a emplacar suas faixas também no mercado exterior. Respeitado no underground paulistano com seus sets e produções solo e muito aplaudido no Crossover, seu projeto junto com o violinista Amon Lima (da Família Lima) e orientado para a fusão do pop com a house music, Julio acumula também outras atividades ligadas a música em seu dia-a-dia.

Confira tudo isso na entrevista abaixo:

Como surgiu a parceria com o Amon Lima?

Um amigo em comum da revista Cool Magazine nos conhecia, e quando o Amon comentou com ele que queria fazer algo sério com um DJ bacana de house, foi aí que nos conhecemos e o projeto começou.

Além de tocar violino, ele participa da produção eletrônica do Crossover – beats, synths, arpejos e mixagem?

Participa de tudo, nosso primeiro álbum foi produzido em conjunto desde o inicio do projeto. Nossa idéia era produzi, e não somente tocar.

Vocês tem se apresentado em lugares que vão bem além do eixo Rio, São Paulo e Belo Horizonte. Conte um pouco como rolam as apresentações em praças, digamos, mais “exóticas”.

Nosso projeto foi feito pra tocar em qualquer tipo de ambiente, podemos fazer algo mais conceitual ou algo para milhares de pessoas em festivais. Já tocamos de ponta à ponta no Brasil -  de Manaus a Passo Fundo – e sempre funcionou. Já tocamos em dois Carnavais, em Caldas Novas, e foi incrível, apesar de ser absolutamente fora do eixo mais conhecido. Acho que a nossa música invadiu todos lugares e não vejo mais uma “diferença” entre eles.

Você é um DJ que veio do underground e hoje em dia é um dos mais requisitados em festas de marcas que representam o mainstream e o “jet set way of life”. Conte um pouco como você assimilou essa transição.

Hoje minha carreira está dividida, meus sets sozinho são absolutamente experimentais e ousados, totalmente diferentes daqueles que toco no Crossover, e tenho sofrido um pouco com isso, mas aos poucos os clientes e festas tem entendido que o som do Crossover é absolutamente diferente do meu DJ set, mas isso não quer dizer que com o Crossover não experimentamos. Muito pelo contrário, eu converso muito com o Amon e atualmente não tenho gostado nada do que tenho visto nas festas por onde passo. Vejo DJs tocando a mesma música por quatro vezes na noite, e um som sem ousadia, vida ou se quer “feeling”. Esqueceram o que é realmente ser DJ. Então estamos fazendo o inverso disso, em nossos sets sempre fazemos um warn up para nós mesmos, tocando pelo menos 1h de músicas que o público não conhece e criando um ambiente para – ai sim -   podermos mostrar ao que viemos.

Dá pra se notar uma diferença na sua produção solo e com o Crossover. Daria pra você traçar um paralelo entre o perfil de ambas?

Super simples, minhas faixas foco atualmente no tech-house, mas faço algumas coisas mais melódicas com pianos. Já o Crossover é focado em melodias e nas cordas do violino, que nos dá uma infinidade de possibilidades.

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Crossover – Amon Lima (e seu inseparável violino) e Julio Torres

Num determinado momento da sua carreira você lançou uma faixa em parceria com a Sandy, que inclusive adotou um alterego para o projeto, a Miss S. Inevitavelmente, isso gerou alguns comentários “arrevezados” de um contingente mais alternativo da dance music, e por outro uma grande credibilidade perante a ala, digamos, mais comercial. Como surgiu a parceria e como você encara as possíveis críticas ao seu trabalho?

Acho que qualquer produtor de bom senso e inteligente teria feito a parceria, porque estamos falando de uma das maiores cantoras que o Brasil ja viu, e por que não fazer? Porque sou underground? Seria burrice, esta faixa “Scandal” ja tinha sido feita 2 anos antes de ser lançada no álbum com vocais da Miss S. Foi muito tocada por diversos DJs e tudo surgiu muito naturalmente. Fomos gravar o Rogerio Flausino nos estúdios da Familia Lima em Vinhedo e, assim como o Junior, a Sandy é também amiga do Flausino. Ela estava lá e foi assim que surgiu a faixa, e no fim acabamos não gravando o Rogério.

Quanto as criticas, não vejo problemas, até achei legal na verdade (risos)… A faixa, apesar de comercial, foi feita sem esse intuito e tem boa harmonia, um vocal maravilhoso e foi produzida pensando nas pessoas e não em critica. O resultado foi ótimo para nós e a Sandy gostou também.

O Crossover tem contado com ótimas participações vocais. Quando escutei uma faixa com a Kika Willcox, me lembrei um pouco do primeiro solo da Billie Ray Martin, numa fusão muito bem elaborada de house e pop. Se você pudesse escolher qualquer vocalista para colaborar num futuro album, quem seria?

Estaremos relançando esta faixa em breve com remixes. A Kika é uma cantora maravilhosa, vem de uma familia de músicos e tem um talento absurdo. Nosso próximo álbum tera vocais com certeza. Se pudesse escolher participações no disco, seriam várias, mas Tom Yorke do RadioHead seria o primeiro da lista, seguido por Morrisey, John Legend e Jorge Ben Jor. Das mulheres… Robin S, India e a Sandy novamente, seria maravilhoso! Que album hein (risos)? 

Mesmo com a agenda lotada e produzindo, você também acumula outras atividades, como pilotar um programa de rádio e também comandar um selo. Conte um pouco sobre estas suas atividades paralelas.

Acho que temos o dever de agregar tudo que for possivel à nossa carreira, mas bem feito. E tenho conseguido fazer isso com algumas parcerias, é claro. O meu programa “Chakaboom Sessions” surgiu  da idéia de ter uma conexão com as pessoas que gostam do meu trabalho e sempre me pedem um set, e tenho obtido um ótimo resultado. O programa cresceu e está voando o mundo, toda primeira quarta-feira de cada mês vai ao ar no Dance Paradise de Curitiba, e Jovem Pan de Ponta Grossa e Curitiba também, além da rádio Burn em SP.

Já a gravadora Chakaboom Records divido com o amigo de longa data, o Jason Bralli, e ja passamos do 20ª lançamento incluindo o álbum do Crossover, que além de digital, saiu também em formato fisico.

E quais são as suas inspirações atualmente pra produzir. Tem alguns produtores, projetos e bandas que você tem escutado bastante e que, de alguma maneira, tem influenciado na sua maneira de pensar em música?

Os artistas que nunca saem do meu iPod, carro e onde quer que eu esteja são: Radiohead, The Smiths, LCD Soundsystem, Joy Division, 2020 Soundsystem, Fuckpony, Nima Gorji, Nick Curly, Shonky, Kollektiv Turmstrasse, Racionais Mc’s, Master at Work, e tenho escutado muita disco music dos anos 70.
 
E quais as novidades pra 2010?

Álbum novo, retomar a história com a Orquestra que começamos há três anos e uma novidade ótima, que ainda nãoo posso dar mais detalhes, mas adianto que será um novo projeto com dois músicos incríveis, e muitas tecnologias.


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