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Massive Attack + Damon Albarn= Come Slow

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Na última quinta-feira (17/09), os pioneiros do trip hop se apresentaram no tradicional Brixton Academy para testar algumas faixas de seu novo petardo (ainda sem previsão exata de lançamento). Durante o show, Damon Albarn (Blur) adentrou ao palco para cantar a novíssima e quase épica “Come Slow”, para surpresa geral do felizardo público presente naquela noite.

Assista o novo vídeo da Peaches – “Take You On”

A maluquete canadense Peaches adora fazer vídeos para divulgar seus discos. O recente “I Feel Cream”, continua a dar frutos e a faixa escolhida da hora, foi “Take You On”. O clipe tem um visual kitsch, exagero de cores e sua protagonista multiplicada por todos os lados.

Confira as atrações do festival Stereosonic 2009

O festival Stereosonic divulgou há pouco suas numerosas atrações e ainda promete mais até a véspera do evento. Ele percorrerá cinco cidades do continente australiana, dando o pontapé inicial no dia 28 de novembro em Sydney, na Austrália. O público pode ficar a par de todos os preparativos no twitter oficial do Stereosonic.

Eclético é a melhor definição do line up deste ano. Espera-se um grande número de pessoas nesta edição e foram chamados artistas famosos de variadas vertentes, que vão do electro de Miss Kittin, do synthpop do Cut Copy à  barulheira maximal do Bloody Beetroots e o techno do Umek.

Alguns nomes confirmados foram:Deadmau5, Axwell, Fedde Le Grand, John Dahlback, The Crookers, Surkin, The Bloody Beetroots + MC Justin Pearson, Miss Kittin & The Hacker, Marco Carola, Chicane, Cut Copy DJs, Drop the Lime, Renaissance Man, Alter Ego, Zombie Nation, Umek, Hudson Mohawke, Tim Sweeney (DFA),The Cobra Snake, Kidda, Juan Kidd/Jason Herd, Grant Smillie, Andy Murphy, Acid Jacks, Grafton Primary, Canyons, Knightlife, Bag Raiders e outros que serão incluídos até a véspera do festival.

Prodigy confirma show em SP

Foi divulgado que o  Prodigy irá confirmar uma apresentação em São Paulo para o dia 23 de outubro no Via Funchal. O show faz parte da tour mundial do álbum “Invaders Must Die” que mostrou o grupo de volta ao coquetel sonoro explosivo com batidas harcore e timbres agressivos de sintetizadores.

Informações e valores dos ingressos devem ser divulgados em breve já que o myspace oficial deles ainda não deu a data como 100%.

Entrevista: Subburbia

A cena musical de Curitiba é conhecida por sua diversidade. Há sons para todos os gostos e turmas – do punk ao country, do reggae ao gótico. Cada estilo recolhido ao seu canto, com seus fãs fiéis. Mas o gueto, definitivamente, não é o lugar preferido do Subburbia, um quinteto local de difícil definição.

A atitude faça-você-mesmo é herança do punk. O peso de algumas músicas remete ao grunge. A obcessão por teclados segue o revival da new wave dos anos 80. O canto falado pode ter vindo do Talking Heads, ou talvez do hip-hop. Subburbia é uma banda que gosta de fazer dançar.Saiba mais sobre eles na entrevista que fiz com o vocalista Emil (E1000).

Quando o subburbia iniciou atividades?

E1000 – Então, os primeiros shows foram no final de 2007

Por acaso o nome do grupo veio de um filme cult dos anos 90?

E1000 – Eu sempre preferi o de 84, da Penelope Spheeris. Já a Naomi sempre curtiu o de 96, que nada tem a ver com o outro. Mas o nome veio mesmo da musica do Pet Shop Boys, que é uma das poucas bandas que é unanimidade entre os cinco integrantes.

Vocês misturam desde hip hop a tecnopop europeu. É um reflexo do gosto musical dos integrantes?

E1000 – Com certeza, uma banda com cinco integrantes com escolas bem diferentes sempre vai trazer esse tipo mescla. No Subburbia tudo é permitido, ou quase tudo.

O termo indietrônica incomoda vocês? Esse termo é usado para classificar artistas como Delta Cockers, Club Silêncio, Dark Disko Republic, etc.

E1000 – Não me incomodam as definições que dão pro Subburbia. Acho bem curioso a maneira que as pessoas entendem a banda. Agora a própria banda definir seu som pode ser algo limitador.

Música eletrônica pode ser considerada uma ramificação do rock nos dias de hoje?

E1000 – Talvez. Pra mim uma das maiores bandas de rock dos anos 90 é o Chemical Brothers, e o Adore do Smshing Pumpkins é um puta disco de eletrônico. Hoje temos algo similar com o The Knife, Simian Mobile Disco e Mstrkrft soando rock e Franz Ferdinand, Gossip e YYY soando eletrônico. Então não posso afirmar que é uma ramificação, mas com certeza os dois gêneros estão flertando muito mais nos dias de hoje.

Que softwares e equipamentos vocês costumam usar ao vivo e no estúdio?

E1000 – No estúdio tiramos muito do Juno D, da Rolland e também usamos o Microkorg pra vocoder e outros arranjos. De resto tentamos explorar muitos instrumentos orgânicos, percusivos (alguns que nem sei o nome) e VARIAS vozes.

Planos para lançar um álbum? Mesmo quê virtual?

E1000 – Vários, porem tem que se pensar direitinho em questões de formato, conceito e distribuição. Por enquanto, já em setembro, a gente lança John D. Rockefeller, novo EP com 4 musicas inéditas. U R Here é uma amostra dele.

Com qual produtor vocês gostariam de trabalhar algum dia?

E1000 – Depois de algumas horas de conversa com a Jô Mistinguett sobre Boney M, Adult e Black Sabath vi que ela era a pessoa certa pra produzir a gente, sem contar que já curtia o trampo dela faz tempo. Mas tem muita gente que a gente gostaria de trabalhar tipo Jenner,  Astronauta Pingüim, Sintetik e de fora Flood, Nile Rodgers e Pharrell. Aliás, colaborações estão entre os planos pro Subburbia nesse semestre, e acredito que a gente vai conhecer muito projeto legal por aí.



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