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Fiber Classics: Westbam – “Beatbox Rocker”

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Nascido em 4 de março de 1965 na cidade de Münster na Alemanha, Maximilian Lenz (mais conhecido como Westbam) é um dos mais famosos DJs do país e começou suas incursões sonoras em 1983. No ano seguinte, mudou-se para Berlin e lançou seu primeiro single, intitulado “17 -- This Is Not a Boris Becker Song”, co-produzido por Klaus Jankuhn. Em 89, época em que  a cultura dos pick-ups estava em pleno crescimento, ele tocou na primeira Love Parade e encontrou seu nicho em meio a cultura rave.

Anos se passaram até escrever seu primeiro livro em 1997. “Mixes, Cuts & Scratches” narrava a vida, o trabalho e a arte envolvida na carreira de um profissional dos decks. Westbam voltaria ao topo em 2005 com o álbum “Do You Believe in The Westworld” , cujo carro-chefe  era  “Oldschool Baby”,  faixa que conta com os vocais da cantora  Nena (imortalizada pelo hit new wave “99 Luftbaloons”).

Por aqui, ficamos com um de seus clássicos. Direto de 1999, “Beatbox Rocker”.

Fiber Classics: A Guy Called Gerald – “Voodoo Ray”

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Gerald Simpson, também conhecido pela alcunha de “A Guy Called Gerald”, começou sua historia na música eletrônica no final da década de 1980, durante a efervescente cena acid house na Inglaterra. Simpson foi fortemente influenciado pela música jamaicana por causa de seus pais, que mantinham uma grande coleção de reggae e dub  e que apeteceram seu gosto  musical.

Mais tarde, se interessou por jazz e hip hop, mas se encontrou definitivamente quando teve contato com o techno e house vindos da América (especialmente os de Chicago e Detroit). Juan Atkins, Derrick May, Kevin Saunderson e outros monstros sagrados  o inspiraram a tentar produzir suas próprias faixas dançantes  na época, editando fitas na raça.

Ele lançou o single “Wax on The Melt” junto com os jovens produtores Martin Price e Graham Massey, que formariam em seguida o 808 State. Gerald participou da estréia do grupo “Newbuild” em 1988 , mas logo depois resolveu sair de cena para se dedicar à sua carreira solo. No mesmo ano, soltou um hino das pistas: “Voodoo Ray”. Ela virou um hit nos clubes alternativos, especialmente em Manchester, sua cidade natal, e o transformou numa espécie de lenda local.

 

Fiber Classics: Happy Mondays- “Wrote for Luck (Remix)”

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Um dos principais nomes da cena Madchester, e também uma das referências básicas para artistas de indietronica, o Happy Mondays invade nossa seção de clássicos em versão remixada.

O nome da banda faz na verdade uma alusão ao uso do ecstasy, que em suas primeiras vezes proporciona uma segunda feliz após os embalos de final de semana. Descobertos por Tony Wilson no meio dos anos 80, seus integrantes assinaram com a cultuada Factory Records e lançaram entre 1985 e 1987 EPs e singles que contagiaram a massa de jovens frequentadores  do lendário clube Haçienda.

Em 88 eles começaram a ser levados a sério pelo resto do mundo graças ao ótimo “Bummed” de 88, produzido pelo genial Martin Hannett. Nessa época, todos os olhos do mundo estavam em Manchester. Bandas e  artistas como New Order, 808 State, A Guy Called Gerald, Inspiral Carpets, Stone Roses e Charlatans tiveram seus rostos estampados em todas as capas dos semanários musicais.

Shaun Ryder, Bez (o único integrante que apenas dançava) e sua gangue continuaram a excursionar pelo mundo e em 1990 nos deram seu trabalho mais famoso, “Pills n´ Thrills & Bellyaches”, produzido pelo “ultra-pop” Paul Oakenfold, e vieram parar no Brasil para uma catastrófica performance no Rock in Rio 2.

Em 1992, devido a explosão do rock alternativo americano, poucos se interessaram em ouvir “Yes, Please” e a fórmula indie dance estava com os dias contados, assm como a Factory, que foi a falência devido a extravagância dos Mondays.

Por aqui, ficamos com uma versão de “Wrote for Luck” remixada por Vince Clarke e filmada no próprio Haçienda. Divirtam-se.

Fiber Classics: Alien Sex Fiend- “Ignore the Machine”

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Um dos alicerces da darkwave, e adorado pelos fãs de industrial, o Alien Sex Fiend (com o “Fiend” pronunciado assim como se lê, e não “fáind”)  surge num momento “antes tarde do que nunca” em nossa seção de pérolas vídeoclípticas da música eletrônica.

Com mais de um quarto de século de carreira, o ASF  se destacou dos demais grupos da época por apostar na teatralidade em seus shows e num visual que parecia nos transportar para um filme de horror cheio de monstros e outras alucinações induzidas por LSD.

O casal Nick e Christine Wade já lançarou mais de doze álbuns e, apesar de serem muito respeitados, nunca tiveram um grande sucesso na Inglaterra e nos Estados Unidos. Já no Japão, eram tão populares nos anos 80 que fizeram um disco ao vivo gravado no país intitulado “Liquid Head in Tokyo”, de 1985.

No vídeo abaixo, voltamos a 1983 com “Ignore the Machine”, “classicasso” retirado do trabalho de estréia ” Who´s Been Sleeping In My Brain?”.

Fiber Classics: Howard Jones – “What Is Love”

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Unindo o otimismo hippie ao emergente synthpop dos anos 80, Howard Jones foi uma das figuras que definiu o estilo pop eletrônico que reinou nas paradas da época. Ele ficou tão popular que conseguiu o feito de ficar famoso na terra do Tio Sam, participando do mega festival Live Aid. Antes de ser reconhecido, seu trabalho era muito elogiado por nomes importantes como China Crisis e OMD.

Em 1983, lançou o single de “New Song” que foi direto para o Top of The Pops na TV inglesa, seguido de outros êxitos como “Pearl in the Shell” e “Like to Get to Know You Well”, este, composto para as olimpíadas de Los Angeles em 84.

Anos se passaram, e Howard nunca largou a música, atuando como produtor ou músico convidado. No vídeo clássico da semana, “What Is Love”, certamente uma de suas faixas mais lembradas por aqui.

 



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