O netlabel Phantasma13 acaba de lançar o EP que celebra os primeiros dez anos de atividades do projeto A Industrya, que já acumula mais de uma centena de produções autorais.
A matéria-prima essencial do EP é a faixa "Décimo Terceiro Fantasma", que recebeu 11 remixes de vários nomes conhecidos da produção eletrônica alternativa brasileira, muitos deles hospedados no fiberonline.
Segundo Rodrigo Helfenstein, idealizador do netlabel que é dedicado às vertentes mais dançantes da música industrial - electro-industrial, EBM, dark electro e power noise, entre elas, o tema original "nasceu como uma homenagem de Valter Sangregorio ao nosso selo, Phantasma13 (também responsável pelo lançamento do Tributo ao Harry), e foi lançado pela primeira vez na compilação Vade Retro vol.02. Ficamos tão orgulhosos com isso que decidimos relançá-lo como um single incluindo também 3 ou 4 remixes. Depois de dois meses, agora já temos 12 remixes!"
O EP pode já pode ser baixado integral e gratuitamente no site do Phantasma13. Veja o tracklist abaixo e aproveite também para conhecer e baixar as produções dos vários nomes envolvidos neste projeto aqui no site:
Os laços entre a produção electro-industrial brasileira e internacional tornam-se cada vez mais estreitos, principalmente na produção de remixes.
Já existem vários exemplos clássicos desse fato, protagonizados anteriormente pelo Aghast View (que já remixou o Front 242, Funkervogt e In Strict Confidence, entre vários outros projetos eletrônicos gringos) e pelo Deadjump (para faixas do C-Lekktor e Alien Produkt), apenas citando alguns.
O mais recente vem do projeto paulista A Industrya, do produtor Valter Sangregorio. Ele acaba de deixar sua marca eletrônica registrada na faixa "The Devil Inside Of Me" do espanhol Larva. A produção faz parte de um EP lançado hoje pelo selo húngaro Advoxya, junto com remixes assinados por outros artistas, inclusive o Deadjump (para "The Hated").
Confira a traclist de "Entre Agujas", o EP remixado do Larva:
01. Ojos Secos (Placer Anal mix by Larva) 02. Madre (Te Echo de Menos mix by Morbid Mind) 03. Ojos Secos (re-violated mix by Extinction Front) 04. The Hated (remix by Deadjump) 05. The Hated (acid mix by F.Y.L.) 06. Cockroaches (EBM mix by Tech Nomader) 07. Massgrave (guitar mix by David Akelarre) 08. The Devil Inside of Me (experimental mix by A Industrya) 09. Rotten Disease (old school mix by Asseptic Room) 10. Massgrave (cor mix by de_tot_cor) 11. Massgrave (remix by say Just Words) 12. Massgrave (remix by Xperiment) 13. The devil inside of me (remix by M-virus) 14. The devil inside of me (remix by Stigmatroz)
24/05/10 - Paris - Peña Festayre Pub - Alien Sex Fiend Live
Férias com surpresas eletrônicas é sempre bom. Após conhecer uma boa parte de Paris, fui buscar meus convites na FNAC, previamente comprados por, acredite, 20 euros. Metro Port La Villette, subúrbio de Paris. Ao chegar, já ouvi os primeiros acordes de "I Walk the Line". O local: um pub podrão de dois andares, muitos góticos, metaleiros, EBMers, junkies, skinheads e o climão underground sujão necessário para ver o ALien Sex Fiend. Da formação original, somente Nicky Fiend e Ms. Fiend, com toda a pompa visual do palco - bonecas, caveiras , crucifixos, monstros e um guitarrista que era um misto de ZZtop + G.G. Allin. Rolaram todos os clássicos, composições novas ( o novo álbum é o "Death Trip" ) e, como era de se esperar, o show foi muito bom. Realmente, o mais "udigrudi" que eu já vi na vida ! Lógico, as fotos não ficaram ótemas, pois tudo isso foi reagado a bastante cerveja ( meio litro por 5 euros ), e eu , lógico, bebi mais de uma!
28/05/10 - Neerpelt - Bélgica - NOA - Neerpelt Open Air Festival
Após cruzar a Bélgica de Bruges a Neerpelt ( extremo oeste, divisa com Holanda e Alemanha ) e achar o NOA Festival, fiquei mais calmo. Local lindo , espaçoso e, detalhe, festa local! Mas havia gente de toda parte da Europa para ver Front 242 e o DAF. Isso mesmo, no meio do nada, dois showzaços destas lendas do eletrônico ! Fui gentilmente convidado por Patrick Codenys (do Front 242), tive acesso total a camarim, restaurante, cerveja ( muuuita cerveja belga "for free" ) e meia hora de conversa com o mesmo. Ele comentou que este ano sai material novo e que quer voltar ao Brasil para apresentar um show vintage. Foi nesse momento que fiquei mais feliz, pois ele disse que o show daquela noite seria 100% Front 242., no esquema " vintage section" ! Pirei.
Enquanto Patrick foi ajeitar seu equipo, aproveitei para conversar e tirar fotos com o vocalista do D.A.F. , Gabi Delgado. Muito hilário, disse estar ali pra se divertir.
As 21:30 fui para o palco 80s ( sim este era o nome ) e, após um delay de 15 minutos, começou uma "sonzeira noise power" muito boa. Em seguida, o Front 242 começou a disparar os petardos com sonoridade vintage original, mas com uma potência e performance que os presentes no TIM FESTIVAL, infelizmente, não foram agraciados . Foi perfeito demais, só clássicos, Commando Mix, No Shuffle, Welcome to Paradise, Take One, Moldávia, Masterhit, In Rhytmus Bleiben... Quando tocaram Headhunter, os EBMers ( incluindo eu e Peter/Vomito Negro/Klinik ) foram ao delírio, literalmente!
Na sequência veio o D.A.F. A banda começou com "Verschwende Deine Jugend" e em seguida desfilou todos os "clássicos" , a partir de "Der Mussolini". Gabi Delgado pulava, jogava água para todos os lados, berrava; realmente uma ótima presença de palco. O show é basicamente orientado por uma bassline a la Nitzer Ebb ( se bem que eles se inspiraram no D.A.F., verdade seja dita ), e Roberto tocando uma bateria toscona - punk-eletrônico pra niguém botar defeito, muita pogação e pancadaria sônica das mais exaltadas ! Quanto por tudo isso? Vinte euros, e com direito a transporte de trem/ônibus por toda a Bélgica para chegar ao festival.
Criado pelo DJ/produtor paulista Valter Sangregório, o projeto de electro body music A Industrya completa agora 10 anos e anuncia o lançamento de um remix exclusivo para o mercado japonês.
A faixa retrabalhada foi a "SchmerzPervers", que integra o álbum "The Enemy" da dupla alemã de "harsh electro" Acylum (do cast da gravadora Alpha Matrix, o mesmo que lança o trabalho do Front 242 atualmente). Ele saí no dia 7 de maio em formato digipack duplo de luxo pelo selo DeathWatch Asia com 14 faixas no CD 1 e seus remixes no CD 2.
Confira abaixo o tracklist dos CDs e escute um trecho de SchmerzPervers (A Industrya Remix):
CD 1 (The Enemy)
01. The Enemy (Kopf Durch Die Wand) 02. Raise Your Fist 03. Hetzjagt 04. Torture Tactics 05. Crazy 06. Lightning Child 07. ES 08. Zyklon B 09. A.C.H.H. (vs Haushetaere) 10. Run Away 11. Wynard 12. SchmerzPervers 13. Kategorie C 14. Drive By
CD2 (Deathwish)
01. Deathwish 02. Crazy (Diabolic Art Remix) 03. Raise Your Fist (Sudio-X Hard Dance Remix) 04. Torture Tactics (Preemptive Strike 0.1 Remix) 05. Raise Your Fist (Vigilante Remix) 06. Torture Tactics (Xentrifuge Remix) 07. Crazy (FGFC820 Remix) 08. Raise Your Fist (Phosgore Remix) 09. Lightning Child (DYM’s Dying Is Modern Remix) 10. Torture Tactics (Cedigest Remix) 11. SchmerzPervers (A Industrya Remix) 12. Crazy (F.O.D. Remix) 4:45 13. Raise Your Fist (Misantrop & Neverbreaker Remix)
Na ativa desde 1997 e produzindo faixas com forte influência do industrial, EBM e gabba, o produtor mato-grossense Marino Filho anuncia a chegada de seu próximo álbum.
O novo trabalho recebeu o título sugestivo de "Barulho da Máquina" e reúne 21 faixas que propõe um mix enérgico de trance, industrial e speedcore. "Na verdade são músicas que foram compostas entre 2003 a 2009 e que ficaram guardadas até agora", comentou Marino em mensagem enviada pelo canal do blog do fiberonline. O lançamento está previsto para julho de 2010
Adepto do DIY (o bom e velho método "do it yourself"), o projeto já tem em sua discografia cinco álbuns lançados em esquema independente, além de faixas que emplacaram nas séries da coletânea de electro-industrial "Vitae", produzidas em meados dos 00´s pelo núcleo recifense Bioelectric e um até hoje um dos poucos registros da cena eletrônica alternativa brasileira.
Clique aqui para acessar o perfil do Link Off e confira o vídeo de "New Cold War", de 2009.
Quem passou na frente do Inferno Club na última sexta-feira a noite deve ter notado uma aglomeração de marmanjões trajando camisetas pretas de bandas clássicas do industrial e EBM. Klinik, Front 242, Skinny Puppy, Nitzer Ebb...Estas eram apenas algumas entre as mais famosas que marcaram presença não só nas estampas, mas também na discotecagem dos DJs que tocaram na festa de comemoração dos 20 anos do Zensor, programa de rádio que foi ao ar pela primeira vez em 1990, na extinta 97 FM de Santo André.
A noite começou com o set de synthpop feito por uma das autoridades do assunto e que carrega o estigma até no apelido, o DJ Renato Synth. Aoa poucos a sonoridade foi ganhando mais peso com o set do Luizinho EBM, que mandou ver faixas de projetos bem alternativos, como o Innocence of Crime e o saudoso Swamp Terrorist, que já tocou por aqui em 1994, via Zensor.
O anfitrião Eneas resgatou o espírito do programa e das pistas do underground eletrônico dos 80´s/90´s com algumas das "prediletas da casa" como "Fashion Party" do The Neon Judgement, "Unnaceptable Faces of Freedom (parte 3, é claro) do Test Department, "Over the Shoulder" do Ministry , "Lack of Sense" do Tribantura e a "Electrofixx" do Shift, faixa que por um período foi usada nas vinhetas de abertura do programa. Como não poderia faltar, a produção electro-industrial brasileira também esteve presente, representada pela "Synchrono" do Símbolo e o mix original de "Vaporize" do Aghast View.
Entre fotos sendo tiradas - valeu tudo, de câmeras de celular às mais profissas - e twittagem explícita direto da pista (novos tempos!), Eneas passou a bola pro Homicide Division, que fez live em homenagem ao Front 242. Com versões fiéis às originais, entre clássicas como "Masterhit" (na abertura), "Don´t Crash" (se escutasse de olhos fechados dava até pra imaginar o Front no palquinho do Inferno), "Headhunter" e, como não poderia faltar, algumas autorais do próprio Homicide Division como "Evil Burns In Your Mind" e "Dust To Dust" ( e dá-lhe o ritual dos punhos EBMers pra cima e pra baixo, em momento "bigorna classics brazuca").
Na seqüência e pra fechar a noite em grande estilo, Rodrigo Cyber (do Projeto Ferro Velho) e Marcio Vaez (Pop&Wave) resgataram uma das favoritas tanto da turma do EBM/industrial como do new beat, a cult "Submarine Dance" do Signal Aout 42, que se apresentou no mesmo clube em setembro de 2009 (para o Machina Festival), "Beers , Steers & Queers" (Revolting Cocks), "Agressiva Mix" e "Quite Unusual" (do onipresente Front 242), a hipnótica "Transitional Voices" do Clock DVA e a "master anvil" "Klaustrophobia" do Inside Treatment.
Se era "old school" que o público esperava, foi "old school" que o público recebeu. E em dose maciça.
Formado em 1986 pelo ex-Skinny Puppy Bill Leeb, o Frontline Assembly foi um grande nome da EBM vinda do Canadá com fortes influências de Cabaret Voltaire, DAF, Portion Control e SPK. Ao longo dos anos, o projeto agregou uma série de fãs, mas sempre teve que ficar a sombra de gigantes do estilo como Front 242 e Ministry.
Com diversas mudanças na formação, o FLA aos poucos foi calcando uma sonoridade com base no industrial inglês e alemão, porém, com seu toque pessoal. Atualmente, além de Leeb o grupo conta com os reforços de Chris Peterson, Jeremy Inkel, Rhys Fulber, Greg Reely & Jared Slingerland. No ano de 2007, as faixas do álbum "Artificial Soldier" de 2006 foram utilizadas no filme de terror "Frightworld".
Uma das principais referências da cultura musical eletrônica alternativa no Brasil, o cultuado programa de rádio Zensor teve a sua primeira transmissão há 20 anos na extinta rádio 97 FM. Sob o comando do jornalista multimídia Eneas Neto, o Zensor ficou no ar até 1994 e ainda permanece vivo na memória de seus ouvintes como uma das raras fontes de informação sobre a música eletrônica genuinamente underground, com foco em estilos vanguardistas como o industrial, electronic body music e new beat.
Esta importante data será comemorada com a realização de uma festa especial no dia 16 de abril. O local escolhido foi o Inferno Club, atualmente um dos poucos e tradicionais clubes que tem recebido projetos destinados exclusivamente à esta proposta musical.
Entre os destaques da programação desta noite está o live do projeto Homicide Division, um dos pioneiros da produção nacional de música eletrônica alternativa para as pistas. Formado pela dupla paulista de produtores Alexandre Lira (Reality) e Paulo Lanfranchi (Security Device), o Homicide Division prestará uma homenagem ao grupo belga Front 242, interpretando seus clássicos que marcaram o surgimento e evolução de uma nova mentalidade de se produzir música sintética, a revolucionaria EBM - electronic body music.
O line up fica completo com discotecagem dos DJs Eneas Neto (idealizador do Zensor e do portal de música eletrônica FiberOnline), Marcio Vaez (Pop & Wave) Rodrigo Cyber (Projeto Ferro Velho), Ricardo Synth e Luizinho EBM, que resgatarão os grandes clássicos da "old school" EBM. Também haverá exibição de vídeos raros no telão.
Durante o evento a gravadora Fiber Records realizará uma venda promocional de dois dos seus principais ítens de catalogo: DVD "Neon Judgement Live At Machina Festival" (por apenas R$15), box do Harry - "Taxidermy - Boxing Harry"(somente R$25) e CDs de lançamentos nacionais de música eletrônica por R$10. Vale lembrar que os primeiros 50 pagantes ganham o DVD "Neon Judgement Live At Machina Festival".
Confira abaixo o serviço completo da festa:
Zensor - 20 anos
Onde: Inferno Club - Rua Augusta, 501, Consolação, São Paulo-SP Quando: Sexta-feira, 16/4, a partir das 23h Show: Homicide Division (tributo ao Front 242) Djs: Eneas Neto (Zensor / FiberOnline), Marcio Vaez (Pop & Wave), Rodrigo Cyber (Projeto Ferro Velho), Ricardo Synth, Luizinho EBM Quanto: R$ 15 normal/R$ 10 com nome na lista ou flyer (enviar os nomes completos para info@infernoclub.com.br) Info: (11) 3120.4140 site do clube:www.infernoclub.com.br site do evento:www.machinafestival.com.br
No capítulo "vanguarda industrial e EBM" dos anos 1980 no Brasil, o The Klinik ocupa um lugar especial junto a outros poucos belgas que conseguiram deixar sua marca eletrônica indelével nas pistas, na memória e até mesmo em registro fonográfico por aqui (mesmo que seja apenas com uma faixa). Para colocar essa parte alternativa da história da música sintética em pratos limpos - ou melhor, no palco mesmo - faz-se necessária uma iniciativa quase heróica e ideológica de poucos (e bons). Esse é sem dúvida alguma o caso do Projeto Ferro Velho.
Sua quarta edição aconteceu no último sábado no Inferno Club, cujo palquinho já se transformou numa espécie de ponto de convergência de bandas do electro-industrial gringo. Que existem fãs desse estilo (ou similar) no país é inegável, basta ver a quantidade de pessoas que integram as comunidades mais "underground" do electro, conhecidos notoriamente como cyberpunks, bigorneiros, EBMers (são vários os singelos apelidos). Mas na realidade - digo no mundo real - onde estão eles?
O evento do último sábado poderia ter sido uma resposta à pergunta acima, mas a impressão que fica é a de que o "quórum" neste tipo de festa parece estar diminuindo gradativamente, justamente quando deveria acontecer o contrário, em plena época de descobrimento da música industrial pela juventude européia. Nesse contexto, o show de uma banda como o The Klinik é, aqui ou em qualquer parte do mundo, um acontecimento notável.
E foi com o rosto coberto por tiras de gaze e com capas escuras que a dupla assumiu o palco, depois da apresentação do trio brazuca de rock industrial Modus Operandi, que se despediu da platéia com gritos primais e sucata sendo vorazmente espancada no palco. Citando o brado do guitarrista no fim do show: "Nas Bahia também tem isso".
O The Klinik abriu com a minimalista "Surviving in Europe", um dos exemplos mais radicais de como o som do Klinik mantêm-se atual e fiel à maxima defendida por Ivens de que "menos é mais".
O fantasma que assombra as projeções de vídeo no clube da Rua Augusta, e isso parece ser recorrente, foi exorcizado entre a segunda e terceira músicas. Mesmo com uma potência de som razoável, levando-se em conta o porte do estabelecimento (para umas 500 pessoas), deu pra sentir que as imagens ao fundo assumem dimensão e papel muito importante no show. Felizmente, a ausência delas não durou muito e a experiência de se ouvir músicas como "Moving Hands", "Black Leather" e "Hours and Hours" foi otimizada.
Com uma certa idolatria pela sonoridade analógica na eletrônica atual, não é de se estranhar que boa parte das músicas do show resistiram muito bem ao teste do tempo. Não só pelo som e timbragem em sí, mas também pela estrutura hipnótica - algumas vezes propositalmente intrincada. Limando a voz de Ivens (o que não seria o fundamento ideal nesta apresentação), algumas passagens eram puro IDM.
No finalzinho, como não poderia deixar de ser, a enérgica "Go Back" e muitas corpos dançando convulsivamente em movimentos horizontais, enquanto as máquinas digitais e celulares capturavam o momento da despedida do duo.
Confira abaixo as fotos da noite de sábado no Inferno Club:
Fotos por: Fernando de França
Como foi noticiado por aqui dias atrás, finalmente um dos grandes expoentes da EBM /darkwave belga irá dar às caras em terras brasileiras, mais precisamente na capital paulista neste sábado durante o projeto Ferro-Velho no Inferno Club.
Para ir aquecendo nossos leitores e todos "bigorneiros de plantão", selecionamos uma trinca para reabrir com chave de ouro nossa seção "Três Momentos". O clipe raro de "Memories", a versão ao vivo de "Black Leather", e fechando com a clássica "Go Back" .