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industrial

Talentos nacionais reunidos no EP do projeto A Industrya

O netlabel Phantasma13 acaba de lançar o EP que celebra os primeiros dez anos de atividades do projeto A Industrya, que já acumula mais de uma centena de produções autorais.

A matéria-prima essencial do EP é a faixa "Décimo Terceiro Fantasma", que recebeu 11 remixes de vários nomes conhecidos da produção eletrônica alternativa brasileira, muitos deles hospedados no fiberonline.

Segundo Rodrigo Helfenstein, idealizador do netlabel que é dedicado às vertentes mais dançantes da música industrial  - electro-industrial, EBM, dark electro e power noise, entre elas, o tema original "nasceu como uma homenagem de Valter Sangregorio ao nosso selo, Phantasma13 (também responsável pelo lançamento do Tributo ao Harry), e foi lançado pela primeira vez na compilação Vade Retro vol.02. Ficamos tão orgulhosos com isso que decidimos relançá-lo como um single incluindo também 3 ou 4 remixes. Depois de dois meses, agora já temos 12 remixes!"

O EP pode já pode ser baixado integral e gratuitamente no site do Phantasma13. Veja o tracklist abaixo e aproveite também para conhecer e baixar as produções dos vários nomes envolvidos neste projeto aqui no site:

01. Décimo Terceiro Fantasma (A Industrya – Phantasma13 Exclusive Mix)
02. Décimo Terceiro Fantasma (Tatari Gami Remix)
03. Décimo Terceiro Fantasma (Kfactor Remix)
04. Décimo Terceiro Fantasma (Stand Devil Remix)
05. Décimo Terceiro Fantasma (Link Off Remix)
06. Décimo Terceiro Fantasma (Szorki Remix)
07. Décimo Terceiro Fantasma (Defected Moniker Remix)
08. Décimo Terceiro Fantasma (Cibernetica Remix)
09. Décimo Terceiro Fantasma (Charlie Ghost E.V.P. Remix)
10. Décimo Terceiro Fantasma (Bordinibeat Remix)
11. Décimo Terceiro Fantasma (Bizarregods Remix)
12. Décimo Terceiro Fantasma (Del Naja’s Spectro in The Mix)

Entrevista com o Scanner pt.1: conexões industriais

Sexta-feira com frio invernal e uma curta caminhada no fim da tarde pela Av. Paulista rumo ao Itaú Cultural. Considerando o clima e a presença das antenas de transmissão de rádio no ponto mais alto da cidade, tem tudo a ver com o Scanner e sua produção ambient e experimental.

Após a cobertura da apresentação de Robin Rimbaud (o Scanner) como parte da programação do On_Off - Experiências em Live image,  a assessoria de imprensa do evento cordialmente ofereceu uma entrevista com o artista para o fiberonline. Foram aproximadamente 40 minutos de bate-papo, numa das dependências informais no térreo do Itaú Cultural, o necessário apenas para ajudar a remontar um pouquinho da carreira do produtor, desde meados da década de 1980 até a atualidade, com direito a impressões da performance "Borders -  Unto The Edges ", que o Scanner fez por lá na quarta-feira.

"Tudo começou  quando eu tinha apenas uns 17 anos, quando comecei a organizar uma compilação em K7 com algumas das bandas com que mantinha contato na cena musical e artística independente. O resultado foi a "Peyrere", lançada em 1986, que reuniu produções de nomes como o Nurse with Wound, Derek Jarman, Lydia Lunch, Current 93, Coil and Test Dept.

Era uma cena pequena, mas que me recordo com muito carinho. Naquela época eu estava interessado em muitas coisas que não tinham relação com o mundo comercial. Meus interesses eram sempre direcionados para o que estava fora do esquema "mainstream" - produtores, escritores, compositores, diretores de filmes. Me lembro de ter comprado um box do Throbbing Gristle em 1980; existiam apenas 5000 cópias que ficaram quase imediatamente esgotadas. Ainda tenho ele, com seus 5 vinis, e lembro que na época um amigo meu me perguntou por que eu estava está comprando todo aquele barulho?

As primeiras apresentações de Chris Carter e Cosey Fanni Tutti, Sleazy, sobreturo Genesis P.Orridge, sempre acompanhava os shows. É interessante ver como tudo aquilo era interligado, mesmo sem internet.

Sem querer soar apenas nostálgico, mas tudo aquilo era muito gratificante. As 1000 cópias da compilação foram vendidas imediatamente, muita coisa na época era divulgada na base de flyers. Shows como Test Department embaixo dos arcos de uma estação de trem no meio do nada, em algum lugar na Inglaterra, o Einstuerzende Neuebauten realizando uma performance num squat. Tudo girava em torno de descobrir uma locação que fosse desconhecida pela maioria das pessoas, e tudo acontecia de maneira muito dinâmica e inusitada. Nenhum destes artistas que eu mencionei tocavam especificamente faixas de seus álbuns. Muitas vezes eram performances audiovisuais que se estendiam por mais de duas horas. Era tudo muito inspirador naquela época, e não quero dizer que não estamos vivenciando tempos inspiradores atualmente, mas havia aquela aura de exclusividade.

Hoje em dia eu fico feliz em ver "Peyrere" online, mesmo que eu desconheça quem tenha disponibilizado. Provavelmente alguém que fazia parte do meu mailing da época, e que comprou a cassete", concluiu o artista sobre o início do seu envolvimento com a cena independente do início dos 80´s.

 

Leia também:

 

Entrevista com o Scanner pt.2: produção musical

Entrevista com o Scanner pt.3: Borders+Githead

Entrevista com o Scanner pt.final: o futuro da eletrônica

Galeria: Scanner no Itaú Cultural

 

 

Brasileiros no remix-EP do projeto espanhol Larva

Os laços entre a produção electro-industrial brasileira e internacional tornam-se cada vez mais estreitos, principalmente na produção de remixes.

Já existem vários exemplos clássicos desse fato, protagonizados anteriormente pelo Aghast View (que já remixou o Front 242, Funkervogt e In Strict Confidence, entre vários outros projetos eletrônicos gringos) e pelo Deadjump (para faixas do C-Lekktor e Alien Produkt), apenas citando alguns.
 
O mais recente vem do projeto paulista A Industrya, do produtor Valter Sangregorio. Ele acaba de deixar sua marca  eletrônica registrada na faixa "The Devil Inside Of Me" do espanhol Larva. A produção faz parte de um EP lançado hoje pelo selo húngaro Advoxya, junto com remixes assinados por outros artistas, inclusive o Deadjump (para "The Hated").

Confira a traclist de "Entre Agujas", o EP remixado do Larva:

01. Ojos Secos (Placer Anal mix by Larva)
02. Madre (Te Echo de Menos mix by Morbid Mind)
03. Ojos Secos (re-violated mix by Extinction Front)
04. The Hated (remix by Deadjump)
05. The Hated (acid mix by F.Y.L.)
06. Cockroaches (EBM mix by Tech Nomader)
07. Massgrave (guitar mix by David Akelarre)
08. The Devil Inside of Me (experimental mix by A Industrya)
09. Rotten Disease (old school mix by Asseptic Room)
10. Massgrave (cor mix by de_tot_cor)
11. Massgrave (remix by say Just Words)
12. Massgrave (remix by Xperiment)
13. The devil inside of me (remix by M-virus)
14. The devil inside of me (remix by Stigmatroz)

Colaborou neste post: Valter Sangregório

Overdose eletrônica com FRONT 242, DAF e ASF ao vivo

24/05/10 - Paris - Peña Festayre Pub - Alien Sex Fiend Live

Férias com surpresas eletrônicas é sempre bom. Após conhecer uma boa parte de Paris, fui buscar meus convites na FNAC, previamente comprados por, acredite, 20 euros. Metro Port La Villette, subúrbio de Paris. Ao chegar, já ouvi os primeiros acordes de "I Walk  the Line". O local: um pub podrão de dois andares, muitos góticos, metaleiros, EBMers, junkies, skinheads e o climão underground sujão necessário para ver o ALien Sex Fiend. Da formação original, somente Nicky Fiend e Ms. Fiend, com toda a pompa visual do palco -  bonecas, caveiras , crucifixos, monstros e um guitarrista que era um misto de ZZtop + G.G. Allin. Rolaram todos os clássicos, composições novas ( o novo álbum é o "Death Trip" ) e, como era de se esperar, o show foi muito bom. Realmente, o mais "udigrudi" que eu já vi na vida ! Lógico, as fotos não ficaram ótemas, pois tudo isso foi reagado a bastante cerveja ( meio litro por 5 euros ), e eu , lógico, bebi mais de uma!

28/05/10 - Neerpelt - Bélgica - NOA - Neerpelt Open Air Festival

Após cruzar a Bélgica de Bruges a Neerpelt ( extremo oeste, divisa com Holanda e Alemanha ) e achar o NOA Festival, fiquei mais calmo. Local lindo , espaçoso e, detalhe, festa local! Mas havia gente de toda  parte da Europa para ver Front 242 e o DAF. Isso mesmo, no meio do nada, dois showzaços destas lendas do eletrônico ! Fui gentilmente convidado por Patrick Codenys (do Front 242), tive acesso total a camarim, restaurante, cerveja ( muuuita cerveja belga "for free" ) e meia hora de conversa com o mesmo. Ele comentou que este ano sai material novo e que quer voltar ao Brasil para apresentar um show vintage. Foi nesse momento  que  fiquei mais feliz, pois ele disse que o show daquela noite seria 100% Front 242., no esquema " vintage section" ! Pirei.

Enquanto Patrick foi ajeitar seu equipo, aproveitei para conversar e  tirar fotos com o  vocalista do D.A.F. , Gabi Delgado. Muito hilário, disse estar ali pra se divertir.

As 21:30 fui para o palco 80s ( sim este era o nome ) e, após um delay de 15 minutos, começou uma "sonzeira noise power" muito boa. Em seguida,  o Front 242 começou a disparar os petardos com sonoridade vintage original,  mas com uma potência  e  performance que os presentes no TIM FESTIVAL, infelizmente, não foram agraciados . Foi perfeito demais, só clássicos, Commando Mix, No Shuffle, Welcome to Paradise, Take One, Moldávia, Masterhit, In Rhytmus Bleiben... Quando tocaram Headhunter, os EBMers ( incluindo eu e Peter/Vomito Negro/Klinik ) foram ao delírio, literalmente! 

Na sequência veio o D.A.F. A banda começou com "Verschwende Deine Jugend" e em seguida desfilou todos os "clássicos" , a partir de "Der Mussolini". Gabi Delgado pulava, jogava água para todos os lados,  berrava; realmente uma ótima presença de palco. O show é basicamente orientado por uma bassline a la Nitzer Ebb ( se bem que eles se inspiraram no D.A.F., verdade seja dita ), e Roberto tocando uma bateria toscona -  punk-eletrônico pra niguém botar defeito, muita pogação e pancadaria sônica das mais exaltadas ! Quanto por tudo isso? Vinte euros,  e com direito a transporte de trem/ônibus por toda a Bélgica para chegar ao festival.

Saudades das férias !

Abraços.

Sintetik aka Ricardo Cassolatto

 

 

 

 

Assista "The Space in Between" do How To Destroy Angels

Depois de quase matar de curiosidades seu séquito de fãs, Trent Reznor dá uma amostra de seu novo (e já polêmico) How To Destroy Angels. Como havíamos noticiado no site semanas atrás, a nova banda do ex-Nine Inch Nails havia colocado trechos de seu single no ar através de uma série de misteriosos vídeos.

O clipe chega como uma porrada na cara, com um clima mórbido e sinistro, bem à moda do Sr. Reznor. Nele, testemunhamos a cena de um crime brutal num quarto de hotel com direito a muito sangue e corpos em chamas.

Trent Reznor ensina como destruir anjos

Com o término do Nine Inch Nails, muitos pensavam que o sombrio Trent Reznor iria sossegar com sua nova vida de homem casado e iria ficar apenas nos bastidores da música. Pois bem, nesta semana o músico postou um teaser no site Vimeo que foi incorporado a página de seu novo projeto ao lado de sua esposa Mariqueen Maandig, batizado de How To Destroy Angels.

Reznor ainda quer manter um certo suspense, algo meio impossível nos dias de hoje. Ele não deu muitas pistas para seus fãs, nem mesmo no microblog Twitter. Corre a boca pequena que o som não será tão diferente de "Year Zero", último álbum oficial do NIN.

A foto contida no site oficial lembra muito a companheira de Trent, que surge com uma traja preta nos olhos e com o oceano de pano de fundo. Certamente agradará seus antigos ouvintes e fãs de industrial em geral.

"Barulho da Máquina" é o novo álbum do Link Off, que sai em julho

Na ativa desde 1997 e produzindo faixas com forte influência do industrial, EBM e gabba, o produtor mato-grossense Marino Filho anuncia a chegada de seu próximo álbum.

O  novo trabalho recebeu o título sugestivo de "Barulho da Máquina" e reúne 21 faixas que propõe um mix enérgico de trance, industrial e speedcore. "Na verdade são músicas que foram compostas entre 2003 a 2009 e que ficaram guardadas até agora", comentou  Marino em mensagem enviada pelo canal do blog do fiberonline. O lançamento está  previsto para julho de 2010

Adepto do DIY (o bom e velho método "do it yourself"), o projeto já tem em sua discografia cinco álbuns lançados em esquema independente, além de faixas que emplacaram nas séries da coletânea de electro-industrial "Vitae", produzidas em meados dos 00´s pelo núcleo recifense Bioelectric e um até hoje um dos poucos registros da cena eletrônica alternativa brasileira.

Clique aqui para acessar o perfil do Link Off e confira o vídeo de "New Cold War", de 2009.

 

 

Saiba o que rolou na festa de 20 anos do Zensor

 

Quem passou na frente do Inferno Club na última sexta-feira a noite deve ter notado uma aglomeração de marmanjões trajando camisetas pretas de bandas clássicas do industrial e EBM. Klinik, Front 242, Skinny Puppy, Nitzer Ebb...Estas eram apenas algumas entre as mais famosas que marcaram presença não só nas estampas, mas também na discotecagem dos DJs que tocaram na festa de comemoração dos 20 anos do Zensor, programa de rádio que foi ao ar pela primeira vez em 1990, na extinta 97 FM de Santo André.

A noite começou com o set de synthpop feito por uma das autoridades do assunto e que carrega o estigma até no apelido, o DJ Renato Synth. Aoa poucos a sonoridade foi ganhando mais peso com o set do Luizinho EBM, que mandou ver faixas de projetos bem alternativos, como o Innocence of Crime e o saudoso Swamp Terrorist, que já tocou por aqui em 1994, via Zensor.

O anfitrião Eneas resgatou o espírito do programa e das pistas do underground eletrônico dos 80´s/90´s com algumas das "prediletas da casa" como "Fashion Party" do The Neon Judgement, "Unnaceptable Faces of Freedom (parte 3, é claro) do Test Department, "Over the Shoulder" do Ministry , "Lack of Sense" do Tribantura  e  a "Electrofixx" do Shift, faixa que por um período foi usada nas vinhetas de abertura do programa. Como não poderia faltar, a produção electro-industrial brasileira também esteve presente, representada pela "Synchrono" do Símbolo e o mix original de "Vaporize" do Aghast View.

 

Entre fotos sendo tiradas  - valeu tudo, de câmeras de celular às mais profissas - e twittagem explícita direto da pista (novos tempos!), Eneas passou a bola pro Homicide Division, que fez live em homenagem ao Front 242. Com versões fiéis às originais, entre clássicas como "Masterhit" (na abertura), "Don´t Crash" (se escutasse de olhos fechados dava até pra imaginar o Front no palquinho do Inferno), "Headhunter" e, como não poderia faltar, algumas autorais do próprio Homicide Division como "Evil Burns In Your Mind" e "Dust To Dust" ( e dá-lhe o ritual dos punhos EBMers pra cima e pra baixo, em momento "bigorna classics brazuca").

Na seqüência e pra fechar a noite em grande estilo, Rodrigo Cyber (do Projeto Ferro Velho) e Marcio Vaez (Pop&Wave) resgataram uma das favoritas tanto da turma do EBM/industrial como do new beat, a cult "Submarine Dance" do Signal Aout 42, que se apresentou no mesmo clube  em setembro de 2009 (para o Machina Festival), "Beers , Steers & Queers" (Revolting Cocks), "Agressiva Mix" e "Quite Unusual" (do onipresente Front 242), a hipnótica "Transitional Voices" do Clock DVA e a "master anvil" "Klaustrophobia" do Inside Treatment.

Se era "old school" que o público esperava, foi "old school" que o público recebeu. E em dose maciça.

Confira abaixo a galeria de fotos da festa:

 

“Pretty Hate Machine” do Nine Inch Nails vira livro

 

Foi noticiado no site da Amazon que um livro sobre "Pretty Hate Machine", o impactante début do Nine Inch Nails de 1989, será lançado no dia 1 de abril. Porém, a Continuum Books confirma que o manuscrito não será lançado até agosto ou setembro. De qualquer forma, parece que o lançamento vai acontecer ainda em 2010.

A obra fará parte da coleção 33 1 / 3, uma coleção de volumes sobre álbuns clássicos. O autor Daphne Carr,que também edita a série"Best Writing".Carr contou :“Essa é a história de uma terra sem pudor e sem futuro chamada Meio Oeste americano dos anos 80s, e de uma criança que veio de uma cidade tediosa, de um lar destruído, e largou os estudos para tornar-se uma das maiores figuras da música dos anos 90s”.

Este livro não narrará apenas o nascimento do Nine Inch Nails e os primeiros anos de Trent Reznor em Mercer na Pennsylvania, mas também da voz de uma subcultura peculiarmente americana- que foi acusada injustamente de influenciar os responsáveis pelos assassinatos em Columbine.

NIN no Lolapalooza 1991

Festa celebra os 20 anos do cultuado Zensor

 

Uma das principais referências da cultura musical eletrônica alternativa no Brasil, o cultuado programa de rádio Zensor teve a sua primeira transmissão há 20 anos na extinta rádio 97 FM. Sob o comando do jornalista multimídia Eneas Neto, o Zensor ficou no ar até 1994 e ainda permanece vivo na memória de seus ouvintes como uma das raras fontes de informação sobre a música eletrônica genuinamente underground, com foco em estilos vanguardistas como o industrial, electronic body music e new beat.

Esta importante data será comemorada com a realização de uma festa especial no dia 16 de abril. O local escolhido foi o Inferno Club, atualmente um dos poucos e tradicionais clubes que tem recebido projetos destinados exclusivamente à esta proposta musical.

Entre os destaques da programação desta noite está o live do projeto Homicide Division, um dos pioneiros da produção nacional de música eletrônica alternativa para as pistas. Formado pela dupla paulista de produtores Alexandre Lira (Reality) e Paulo Lanfranchi (Security Device), o Homicide Division prestará uma homenagem ao grupo belga Front 242, interpretando seus clássicos que marcaram o surgimento e evolução de uma nova mentalidade de se produzir música sintética, a revolucionaria EBM - electronic body music.

O line up fica completo com discotecagem dos DJs Eneas Neto (idealizador do Zensor e do portal de música eletrônica FiberOnline), Marcio Vaez (Pop & Wave)
Rodrigo Cyber (Projeto Ferro Velho), Ricardo Synth e Luizinho EBM, que resgatarão os grandes clássicos da "old school" EBM. Também haverá exibição de vídeos raros no telão.

Durante o evento a gravadora Fiber Records realizará uma venda promocional de dois dos seus principais ítens de catalogo: DVD "Neon Judgement Live At Machina Festival" (por apenas R$15), box do Harry  - "Taxidermy - Boxing Harry"(somente R$25) e CDs de lançamentos nacionais de música eletrônica por R$10. Vale lembrar que os primeiros 50 pagantes ganham o DVD "Neon Judgement Live At Machina Festival".

Confira abaixo o serviço completo da festa:

Zensor - 20 anos

Onde: Inferno Club - Rua Augusta, 501, Consolação, São Paulo-SP
Quando: Sexta-feira, 16/4, a partir das 23h
Show: Homicide Division (tributo ao Front 242)
Djs: Eneas Neto (Zensor / FiberOnline), Marcio Vaez (Pop & Wave), Rodrigo Cyber (Projeto Ferro Velho), Ricardo Synth, Luizinho EBM
Quanto: R$ 15 normal/R$ 10 com nome na lista ou flyer (enviar os nomes completos para info@infernoclub.com.br)
Info: (11) 3120.4140
site do clube: www.infernoclub.com.br
site do evento: www.machinafestival.com.br